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FLÚOR - 50 Razões Para se Opor à Fluoretação da Água

MensagemEnviado: quarta jan 11, 2012 1:41 am
por Jacarishe


INTRODUÇÃO

       Como muitas pessoas já sabem, o flúor faz muito mal à saúde.
       A desculpa para o seu uso é a prevenção das cáries, mas mesmo em relação às cáries, não há nenhum estudo realmente científico que comprove a sua eficiência real.
       Estudos científicos são estudos que são feitos várias vezes, de forma a se comprovar que garantidamente o efeito obtido é uma consequência do produto utilizado.
       No caso do flúor não existe nenhuma prova científica, pois o mesmo estudo feito posteriormente demonstrou que quase não havia diferença entre as pessoas tratadas com flúor e as pessoas que não usavam flúor.
       Além disto, no caso do flúor, a sua utilização só teria algum efeito se aplicado diretamente nos dentes e nunca bebendo-o na água que chega às nossas casas.
       
Portanto colocar flúor na água que bebemos é o mesmo que beber água oxigenada para prevenir ferimentos, o que seria ridículo.


50 Razões Contra a Adição de Flúor na Água que Bebemos


       1 - O fluoreto não é um nutriente essencial. Nenhuma doença jamais foi ligada a uma deficiência de fluoreto. Os seres humanos podem ter dentes perfeitamente bons sem a utilização do flúor.

       2 - A fluoretação não é necessária. Muitos países da Europa não são fluoretados e experimentaram o mesmo declínio na cárie dental que nos EUA (veja os dados da O.M.S. em níveis de cárie dental na Europa, EUA, Nova Zelândia e Austrália no Apêndice 1).

       3 - O papel da fluoretação no declínio da cárie dental está em sérias dúvidas. A maior pesquisa jamais conduzida nos EUA (mais de 39,000 crianças de 84 comunidades) pelo Instituto Nacional de Pesquisas Dentais mostrou uma pequena diferença em cáries dentais entre crianças de comunidades fluoretadas e não fluoretadas. (Hileman, 1989 e Yiamouyiannis, 1990). Segundo as estatísticas do NIDR, o estudo encontrou uma diferença média de somente 0,6 DMFS (Superficies Obturadas, Ausentes e Cariadas) nos dentes permanentes de crianças com idade de 5 a 17 anos residentes em áreas fluoretadas ou não.(Brunelle e Carlos, 1990). Esta diferença é menos que uma superfície dental! Existem 128 superfícies dentais na boca das crianças.

       4 - Onde a fluoretação foi descontinuada, em comunidades do Canadá, antiga Alemanha Oriental, Cuba e Finlândia, a cárie dental não aumentou mas na realidade diminuiu (Maupone et al., 2000 e seppa et al, 2000).

       5 - Uma das primeiras experiências que ajudou a lançar a fluoretação aconteceu em Newburgh, NY, em Kingston, NY com a comunidade de controle. Após 10 anos deste processo (que era metodologicamente incorreto), se observou que houve uma grande diminuição da cárie dental nas comunidades fluoretadas comparado com as comunidades não fluoretadas. Todavia, quando as crianças foram reexaminadas nestas duas cidades em 1995 (50 anos após o inicio do processo) praticamente não havia diferença em cáries dentais nas duas comunidades. Se qualquer coisa, os dentes na não fluoretada Kingston eram levemente melhores (Kumar e Green 1998).

       6 - Uma pesquisa atual (por exemplo: Diesendorf, 1986; colquhoun, 1997, e de Liefde, 1998) mostra que o índice de cáries começava a diminuir antes que a fluoretação fosse introduzida e continuou a diminuir mesmo após que seus benefícios foram maximizados. Muitos outros fatores influíram na cárie dental. Estudos na índia (teotia e Teotia, 1994) e Tucson, Arizona (Steelink, 1992) mostraram que a cárie dental realmente aumenta com o aumento da concentração de fluoreto na água.

       7 - Guiando os dental pesquisadores (Levine, 1976; Fejerskov, Thylstrup e Larsen, 1981; Carlos, 1983; Featherstone, 1987,1999,2000; Margous Moreno, 1990; Clark, 1993; Burt, 1994; Shellis e Duckworth, 1994 e Limeback, 1999,2000), e os centros para controle e prevenção de doenças (CDC,1999) então reconhecem que o mecanismo dos benefícios do flúor é principalmente TÓPICO e NÃO SISTÊMICO. Assim, você não tem que engolir o flúor para proteger os dentes. Como os benefícios do flúor (se existem) são tópicos, e os riscos são sistêmicos, faz mais sentido, para aqueles que querem tomar os riscos, levar o flúor diretamente ao dente na forma de creme dental.

       Desde que engolir o flúor é desnecessário, não existe razão para forçar às pessoas (contra as suas vontades) a beber o flúor em seu suprimento d'água (todas as referencias para “tópico versus benefícios sistêmicos“ são relacionados com um grupo na respectiva secção)

       8 - O programa de fluoretação dos EUA não conseguiu alcançar um de seus objetivo chave, isto é, abaixar o índice de cáries dental enquanto minimizando a fluorese dental (descoloração do esmalte e alteração da sua coloração). A meta dos prévios promotores da fluoretação era limitar a fluorose dental (na sua forma mais suave) a 10% das crianças (NRC, 1993, pp 6-7). O percentual de crianças com a fluorose dental em áreas de fluoretação optimal subiu de OITO VEZES, este objetivo. (Williams, 1990; Lalumandier, 1995; Heller, 1997 e Morgan, 1998). O York Review estima que mais de 48% das crianças em áreas de fluoretação optimal teve fluorose dental em todas as formas e mais de 12,5% em médias ou severas formas (McDonagh, 2000).

       9 - A fluorose dental significa que a criança recebeu uma overdose de fluoreto. Enquanto o mecanismo pelo qual o esmalte é danificado não é definitivamente conhecido, a fluorose parece que pode ser um resultado da inibição de enzimas no crescimento dos dentes (DanBesten, 1999), ou através da interferência do fluoreto com a glândula tireóide.

       10 - O nível de fluoreto colocado na água (1ppm) é 100 vezes mais alto que o normalmente encontrado no leite materno (0,01 ppm) (Instituto de Medicina, 1997). Não existem benefícios, somente riscos para crianças que ingerem este elevado nível de fluoreto numa idade tão precoce. (esta é uma idade onde a susceptibilidade às toxinas ambientais é particularmente alto).

       11 - O fluoreto é um veneno cumulativo. Somente 50% do fluoreto que nós ingerimos a cada dia é excretada através dos rins, o restante se acumula em nossos ossos, na hipófise e outros tecidos. Se os rins são danificados, o acumulo do fluoreto pode aumentar.

       12 - O fluoreto é biologicamente ativo mesmo em baixas concentrações. Ele interfere com os ligamentos de hidrogênio que é o centro da estrutura e funções das proteínas e ácidos nucléicos. Assim, o fluoreto tem o potencial de disturbar o processo vital no organismo.

       13 - O fluoreto inibe as enzimas em testes de laboratório (Waldbott,1978), nas bactérias da cavidade oral (Featherstone, 2000), no crescimento dos dentes (Denbesten, 1999), nos ossos (Krook e Minor, 1998) e em outros tecidos (Luke, 1998).

       14 - O fluoreto mostrou ser mutagênico, provoca danos cromossômicos e interfere com as enzimas envolvidas no reparo do DNA, numa variedade de insecto, cultura de tecidos e em estudos animais (DHSS, 1991, Mihashi e Tsutsui, 1996).

       15 - O fluoreto administrado em altas doses em animais disseminou a destruição no sistema reprodutivo - tornando o esperma não funcional e aumentando o índice de infertilidade (Chinov et al, 1995; Kumar e Susheela, 1994; Chinoy e Narayana, 1994; Chinoy e Sequeira, 1989). Num recente estudo dos EUA foi encontrado um aumento da taxa de infertilidade entre mulheres que vivem em áreas com 3 ou mais ppm de fluoreto na água. Segundo este último estudo, o qual foi publicado no jornal de toxicologia e saúde ambiental, “muitas regiões mostraram uma associação de diminuição da TFR (índice total de fertilidade) com o aumento do nível de fluoreto“ (freni, 1994).

       16 - O fluoreto forma complexos com um grande número de metais, aos quais se incluem metais que são necessários no corpo (como cálcio e magnésio) e metais (como chumbo e alumínio) que são tóxicos para o nosso corpo. Isto pode causar uma variedade de problemas. Por exemplo, o fluoreto interfere com enzimas onde o magnésio é um importante co-factor, e pode ajudar o aumento de alumínio nos tecidos onde o alumínio contrariamente não iria.

       17 - Em ratos que foram alimentados por um ano com 1 ppm de fluoreto na água bi-destilada e deionizada, usando fluoreto de sódio ou fluoreto de alumínio, tiveram mudanças morfológicas nos rins e cérebro e tiveram um aumento no nível de alumínio presente em seus cérebros (Varner et al, 1998). O alumínio no cérebro é associado com o mal de Alzheimer.

       18 - O fluoreto e o complexo do fluoreto de alumínio interagem com a G-proteína e assim tem o potencial de interferir com muitos hormônios e alguns sinais neuroquímicos (Struneka e Patocka, 1999).

       19 - O fluoreto de alumínio foi recentemente nominado pela Agencia de Proteção Ambiental (EPA) e pelo Instituto Nacional de Ciências e Saúde Ambiental (NIHES) para testes pelo Programa Nacional de Toxicologia. Segundo o EPA e NIHES, o fluoreto de alumínio atualmente tem uma “alta prioridade nas pesquisas da saúde“ devido a sua “conhecida neurotoxicidade“ (BNA, 2000). Se o fluoreto é adicionado na água a qual contém alumínio, o complexo do fluoreto de alumínio se formará.

       20 - A experimentação animal mostra que a exposição ao fluoreto altera o comportamento mental (Mullenix et al, 1995) em doses pré-natais os ratos demonstraram um comportamento hiperativo. Nas doses pos-natais se verificou uma hipoactividade (isto é, baixa atividade ou síndrome da “batata de sofá“).

       21 - Os estudos de Jennifer Luke (1997) mostraram que o fluoreto acumula na glândula hipófise humana a níveis muito elevados. Na sua tese de Ph.D. Luke também mostrou em estudos animais que o fluoreto reduz a produção de melatonina e leva a um precoce principio da puberdade.

       22 - Em três estudos da china mostraram um abaixamento do Q.I. em crianças associadas com a exposição ao fluoreto (Li et al, 1991) indica que mesmo em níveis moderados de exposição ao fluoreto (e.g. 0,9 ppm na água) pode exacerbar os defeitos neurológicos da deficiência de iodo, que inclui diminuição do Q.I., e retardo mental. (segundo o CDC, desde 1970, a deficiência de iodo foi quase quadruplicada nos EUA, com quase 12% da população, até então, deficiente de iodo.

       23 - Logo, no sec. 20, o fluoreto foi prescrito por um grande número de doutores europeus para reduzir a atividade da glândula tireóide para aqueles que sofriam do hipertireoidismo (tireóide muito ativa) (Merck index, 1960, p.952; Waldbott, et al, 1978, p.163). com a fluoretação da água, nós forçamos as pessoas a beber uma medicação tireoide-depressiva que poderia servir a promover altos níveis de hipotireoidismo (baixa atividade da tireóide) na população, e todos os problemas subsequentes relatados dessa desordem. Tais problemas incluem a depressão, fatiga, ganho de peso, dores nos músculos e articulações, aumento dos níveis de colesterol e doenças cardíacas.
Convém anotar que segundo o Dept. de Saúde e Serviços Humanos (1991) a exposição ao fluoreto em comunidades fluoretadas é estimado de aproximadamente 1,58 a 6,6 mg/dia, que é um índice que realmente sobrepõem a dose (2,3 - 4,5 mg/dia) mostrando uma diminuição do funcionamento da tireóide humana (galletti e Joyet, 1958). Este é um facto notável, e certamente merece grande atenção considerando o desenfreado e crescente problema do hipotireoidismo nos EUA. (em 1999 a segunda droga mais prescrita do ano foi Synthroid, que é um hormônio substituto, droga usada para tratar uma baixa atividade da tireóide).

       24 - Alguns dos primeiros sintomas da fluorose esquelética, uma doença dos ossos e articulações induzida pelo fluoreto que atinge milhões de pessoas na Índia, China e África,e imita os sintomas das artrites. Segundo uma revisão sobre a fluoretação feita pelo “jornal da Sociedade Americana de Química“, por que alguns dos sintomas clínicos imita as artrites, as primeiras duas fases clinicas da fluorose esquelética poderiam ser facilmente confundidas com outras doenças. (Hileman, 1988). Partes de alguns estudos foram feitos para determinar a extensão desta confusão de diagnóstico, e se a alta prevalência de artrite na América (mais de 42 milhões de Americanos) é relacionada com a nossa crescente exposição ao fluoreto, que é altamente plausível. As causas de muitas formas de artrite (e.g.osteoartrites) são desconhecidas.

       25 - Em alguns estudos, quando altas doses de fluoreto foram usadas em experiências no tratamento de pacientes com osteoporose num esforço para endurecer seus ossos e reduzir os índices de fracturas, realmente levou a um AUMENTO do número de fracturas nos quadris (Hedlund e Gallagher, 1989; Riggs et al, 1990).

       26 - Dezoito estudos (quatro não publicados, incluindo um abstracto) desde 1990 examinaram a possível relação da fluoretação e um aumento das fraturas nos quadris entre os idosos. Dez destes estudos encontraram uma associação, e em oito não. Um estudo encontrou um aumento relacionado às doses nas fratura dos quadris, quando a concentração do fluoreto subiu de
1 ppm para 8 ppm (Li et al, 1999, publicado). A fratura dos quadris é um seríssimo problema para os idosos, como um quarto destes que tem a fratura dos quadris morrem dentro de um ano da operação, enquanto 50% nunca recuperam uma existência independente. (todos os 18 estudos são referidos num grupo na respectiva secção).

       27 - Um estudo animal (Programa Nacional de Toxicologia, 1990) mostra a o aumento da osteosarcoma (cancer dos ossos) relacionado com as doses em ratos machos. O achado inicial deste estudo foi a “clara evidencia da carcinogenidade“achado que foi logo degradado conspìcuamente à“evidência equivocal“ (Marcus, 1990). EPA União Profissional dos Quarteis Generais pediu que o congresso estabelecesse uma revisão independente dos resultados destes estudos (Hirzy 2000).

       28 - Dois estudos epidemiológicos mostraram uma possível associação ( do qual alguns foram desconsiderados: Hoover, 1990 e 1991) entre osteosarcoma em homens jovens e habitantes em áreas fluoretadas (Instituto Nacional do Câncer, 1989 e cohn, 1992). Outros estudos não encontraram esta associação.

       29 - A fluoretação é anti-ética porque não estão pedindo aos indivíduos o consenso informado antes da medicação. Esta é uma prática standard para toda medicação.

       30 - Enquanto os plebiscitos são preferenciais para impor as políticas do governo central, ele leva ainda o problema dos direitos individuais contra a decisão da maioria. por outro lado, faz um eleitor ter o direito de requerer que seu vizinho beba um certo medicamento ( mesmo se é contra a vontade do vizinho)?

       31 - Algumas pessoas apresentam altamente sensíveis ao fluoreto como mostrado pelos casos estudados e pelos estudos a duplo cego (Waldbott, 1978 e Moolenburg, 1987). Isto pode relatar a interferência do fluoreto com seus níveis hormonais incluindo aqueles produzidos pela sua glândula tireóide. Nós, como uma sociedade, podemos forçar essas pessoas a beber o fluoreto?

       32 - Segundo a Agencia para Substancias Tóxicas e Registro de Doenças (ATSDR,1993) algumas pessoas são particularmente vulneráveis aos tóxicos efeitos do fluoreto; estas incluem:
idosos, diabéticos e pessoas com baixo funcionamento renal. Ainda, podemos em boa consciência forçar estas pessoas a ingerir o fluoreto como uma base diária?

       33 - São também vulneráveis aqueles que sofrem de mal-nutrição (por exemplo, cálcio, magnésio, vitamina C, vitamina D e deficiência de iodo e proteínas e diétas pobres). Daqueles os mais prováveis que sofrem de mal-nutrição são os pobres, que é precisamente o povo e que será o alvo das novas propostas de fluoretação (Saúde Oral na América, maio 2000). Enquanto um risco elevadíssimo, famílias pobres são menos capazes de ter recursos para usar medidas de anulação dos riscos(por exemplo, água mineral em garrafas, ou equipamento de filtragem).

       34 - Desde que a decadência dental é mais concentrada em comunidades pobres, nós deveríamos gastar os nossos esforços tentando aumentar o acesso à cura dental para as famílias pobres. A real “crise da saúde oral“ que existe hoje nos EUA, não é uma falta de fluoreto mas pobreza e falta de um seguro dental.

       35 - A fluoretação foi declarada inefectiva para prevenir um dos mais sérios problemas da saúde oral enfrentados pelas crianças pobres, a saber, a decadência dos dentes provocada pela mamadeira dos bebês, contrariamente conhecida como cáries da primeira infância. (Jones, 2000).

       36 - Uma vez colocado na água é impossível de controlar a dose que cada indivíduo recebe. Isto é porque algumas pessoas (por exemplo: os trabalhadores braçais, atletas e diabéticos) bebem mais água que outras, e porque, nós recebemos o flúor através da água canalizada e outros da água armazenada em tanques. Outras fontes de fluoreto incluem alimentos e bebidas processadas com a água fluoretada; produtos dentais fluoretados, e resíduos de pesticidas nos alimentos.

       Como um médico corretamente declarou, “nenhum médico em seus bons sensos prescreveria para uma pessoa que ele nunca conheceu, cuja historia medica ele não conhece, uma substancia que pretende criar mudanças corporais, com o aviso: “tome tanto quanto você quiser, mas você tomará pelo resto da sua vida porque algumas crianças sofrem de cáries dentais. Isto é contrário à noção de bom senso“.

       37 - Apesar do fato que é reconhecido que nos estamos ingerindo demasiadamente o fluoreto, e apesar do fato que nos estamos muito mais expostos ao flúor no ano 2000 que em 1945 (quando iniciou a fluoretação), o nível “optimal da fluoretação é ainda 1 parte por milhão, o mesmo nível optimal considerado em 1945!

       38 - Os primeiros estudos conduzidos em 1945-1955 nos EUA, os quais ajudaram a lançar a fluoretação, foram duramente criticados pela sua pobre metodologia e pouca escolha das comunidades de controle (De Stefano, 1954; Sutton 1959, 1960 e 1996). Segundo o Dr.Hubert Arnold, a estatística da Universidade da Califórnia em Davis, as primeiras provas de fluoretação “são especialmente ricas em mentiras, projeto impróprio, uso inválidos dos métodos de estatística, omissão dos dados contrários e somente planos confusos e estúpidos“.

       39 - O Serviço de Saúde Pública dos EUA foi o primeiro a apoiar a fluoretação em 1950, antes que uma simples prova fosse completada (McClure,1970)! Não poderia ser uma coincidência que no mesmo ano apóia o SSP dos EUA, a Fundação de Pesquisa do açúcar, inc.(apoiado por 130 corporações) que expressou seu objetivo em pesquisas dentais como, “descobrir os meios efetivos de controle da decadência dental por outros métodos que restringissem a entrada de carboidratos“ (açúcar). (Waldbott, 1965, p.131).

       40 - O programa de fluoretação foi muito pouco controlado. Nunca houve uma analise compreensiva do nível de fluoreto nos ossos dos cidadãos Americanos. As autoridades Americanas da Saúde não tem nenhuma idéia aproximada dos níveis que causarão sutís ou mesmo sérios danos aos ossos e articulações!

       41 - Segundo uma carta recebida pelo deputado de New Jersey, John Kelly, o FDA (Food and Drugs Administration) jamais aprovou o suplemento de fluoreto dado às crianças, que são designados para haver a mesma quantidade de fluoreto como na água fluoretada.

       42 - A química usada para fluoretar a água nos EUA não é a nível farmacêutico. Ao contrário, eles vem dos sistemas de descarte das industrias de fertilizantes fosfatados. Estas químicas (90 % das quais são fluorisilicados de sódio e ácido fluorosilicato), são classificados como perigosos descartes contaminados com metais tóxicos e uma quantidade de vestígios de isótopos radioativos. Em recentes testes feitos pela Fundação Nacional de Saneamento sugere que os níveis de arsênico nestas químicas são altos e de interesse significativo.

       43 - Estes perigosos descartes não foram testados compreensivelmente. O produto químico normalmente testado em estudos animais é o fluoreto de sódio a nível farmacêutico, e não o acido fluorosilicato a nível industrial. A suposição que esta sendo feita é que com o tempo estes produtos de descarte diluídos, todo o ácido fluorosilicio poderá ser convertido em íons livres de fluoreto, e os outros isótopos tóxicos e radiativos serão assim diluídos a eles não causarão qualquer dano, mesmo com a exposição por toda a vida. Estas suposições não foram examinadas cuidadosamente pelos cientistas, independentemente do programa de fluoretação.

       44 - Estudos feitos por Masters e Coplan (1999) mostra uma associação entre o uso do ácido fluorosilicico (e seu sal de sódio) com a água fluoretada e um elevado aumento de chumbo no sangue das crianças.

       45 - O fluoreto de sódio é uma substancia extremamente tóxica - somente de 3 a 5 gramas, ou aproximadamente uma colher de chá, é suficiente para matar um ser humano. Tanto crianças (engolindo gels) quanto adultos (envolvidos acidentalmente por mal-funcionamento do equipamento de transporte do fluoreto e filtros nas máquinas de diálise) morreram pelo excesso de exposição.

       46 - Alguns dos primeiros oponentes da fluoretação foram os bioquímicos e pelo menos 14 vencedores do prêmio Nobel estão entre os numerosos cientistas que expressaram suas reservas sobre a prática da fluoretação (veja a lista no apêndice 4). O Dr. James Sumner, que venceu o prêmio Nobel por seu trabalho sobre enzimas químicas, disse sobre a fluoretação: “devemos ir devagar. Todos nós sabemos que fluorino e fluoreto são substancias muito venenosas. Nos lhe usamos na química da enzima para envenenar enzimas, aqueles agentes vitais no corpo. essa é a razão das coisas envenenadas; porque as enzimas são envenenadas e essa é a razão pela qual animais e plantas morrem (Connett,2000).

       O vencedor do premio Nobel para a medicina do ano 2000 foi o Dr. Arvid Carlsson da Suécia. O Dr. Carlsson foi um dos principais oponentes da fluoretação na Suécia. Ele fazia parte do grupo que recomendou ao governo sueco a rejeitar aquela pratica, que eles fizeram em 1971. em seu livro “A questão fluoreto: Panacéia ou veneno“ Anne-lise Gotzsche citou Carlsson como a seguir: “não é vantajoso ocultar o fato que é uma questão de aplicar uma substancia farmacologicamente ativa para uma inteira população“ (p.69).

       47 - A União representativa dos cientistas no quartel general do EPA (Agencia de Proteção Ambiental) dos EUA em Washington está no registro como opositores a fluoretação da água (Hirzy, 1999) e rejeita a aprovação do EPA do uso dos perigosos resíduos industriais produzidos para fluoretar o suprimento de água publica.

       48 - Muitos cientistas, doutores e dentistas que se expressaram publicamente sobre este problema, foram sujeitos a censura e intimidação (Martin 1991). Tácticas como esta não seriam necessárias se estes promotores da fluoretação houvessem uma segura base científica.

       49 - Os promotores da fluoretação recusam de reconhecer que existe qualquer debate científico sobre este problema, apesar dos interesses listados acima e a revisão objetiva das controvérsias (Hileman, 1988). O Dr. Michael Easley, um dos maiores proponentes vocais, foi para dizer que não existe debate legítimo, qualquer que seja, referente a fluoretação. Segundo Easley, quem trabalha próximo ao CDC e ADA, “os debates dão a ilusão que uma controvérsia científica existe quando uma pessoa sem crédito apóia a visão da fluorofobia“. Easley acrescenta que“o maior flagrande do abuso da confiança pública ocasionalmente ocorre quando um médico ou um dentista, por uma qualquer razão pessoal, usa sua importância profissional na comunidade para argumentar contra a fluoretação, uma clara violação da ética profissional, o principio da ciência e padrões da prática comunitária“ (Easley, 1999).

       Os comentários como estes dirigiram o sócio diretor técnico para União de Consumidores, Dr. Edward Groth, a concluir que “a posição política pro-fluoretação desenvolveu numa dogmática, autoritária, postura essencialmente anti-científica, um dissuasivo debate de problemas científicos“ (Martin, 1991).

       50 - Quando vier as controvérsias que acercam os produtos químicos, investindo os interesses tradicionais faça o seu melhor para descontar estudos animais e não dê importância aos achados epidemiológicos. No passado as pressões políticas levaram as agencias governativas a arrastar seus pés sobre a regulamentação de asbestos, benzene, DDT, PCBs, chumbo tetraetileno, tabaco e dioxinas. Com a fluoretação nós tivemos 50 anos de atraso. Infelizmente, porque os governos oficiais colocaram muitas das nossas credibilidades na linha de defesa da fluoretação, e por causa das enormes conseqüências que nos esperam às escondidas, se admite que a fluoretação causou um aumento nas fraturas dos quadris, artrites, câncer dos ossos, desordens cerebrais ou problemas na tireóide, será muito difícil para eles falar honestamente e abertamente sobre o problema mas eles poderiam, não somente proteger milhões de pessoas do desnecessário perigo, mas proteger a noção que, em seu âmago, a política da saúde pública poderia basear-se na ciência sã, e não na pressão política. Eles tem uma ferramenta com a qual fazem isto: é chamado o principio precaucionário. Simplesmente por, isto dizer: se em dúvida deixe-o de fora. Isto é o que muitos países europeus fizeram, e os dentes de suas crianças não sofrerão, enquanto suas confianças públicas foram fortalecidas.

       É como uma questão de um jogo de Kafka. Quanta dúvida é necessária em somente um dos interesses da saúde identificada acima, para anular um benefício, que quando é identificado na maior pesquisa jamais conduzida nos EUA, equivale a menos que uma superfície de um dente na boca de uma criança? (entre 128). Para aqueles que poderiam pedir estudos suplementares nós dizemos bom. Mas primeiro tire o flúor da água, e então, conduza todos os estudos que você quiser. Esta loucura deve acabar sem mais demora...

       Dados da: O.M.S Saúde Oral por país/área perfil do programa de vigilância do departamento de doenças não comunicáveis/Centro de Colaboração da Saúde Oral da O.M.S., Universidade de Malmö - Suécia.
http://www.whocollab.od.mah.se/euro.htm


APÊNDICE 1

Declaração sobre a fluoretação pelos governos oficiais de vários países:

Alemanha:

       “Geralmente, na Alemanha a fluoretação da água potável e proibida. A relevante lei Alemã permite excessões para a proibição da aplicação da fluoretação. A argumentação do Ministério Federal da Saúde contra uma geral permissão de fluoretação da água potável é a natural problemática da medicação compulsória“. (Gerda Hankel-Khan, Embaixada da República Federal da Alemanha, 16/Setembro/1999).

França:

       “Químicas do fluoreto não são incluídas na lista ( dos tratamentos químicos da água potável). Isto é devido à ética assim como as considerações médicas“. (Loius Sanchez, Direteur de la Protection de l'environment, 25 de Agosto de 2000).
http://www.fluoridealert.org/france.jpeg

Bélgica:

       “Este tratamento da água nunca foi usado na Bélgica e nunca será (esperamos) no futuro. A razão principal para isto é a posição fundamental do sector da água potável que isto não é uma tarefa para levar tratamento medicinal às pessoas. Isto é de única responsabilidade dos serviços de saúde.“ (Chr.Legros, Directeur, Belgaqua, bruxeles, Bélgica, 28/Fevereiro/2000).
http://www.fluoridation.com/c-belgium.htm

Luxemburgo:

       “O fluoreto nunca foi adicionado ao suprimento de água pública em Luxemburgo. Em nosso parecer, a água potável não é o meio conveniente para o tratamento medicinal e as pessoas que necessitam de uma adição de fluoreto podem decidir elas mesmas em usar os meios mais apropriados, como a ingestão de tabletes de fluoreto, para cobrir suas necessidades (diárias).“ (Jean-Marie RIES, Head, Departamento de Água, Administration De L'environment, 3/Maio/2000).

Finlândia:

       “Nós não favorecemos ou recomendamos a fluoretação da água potável. Existem meios muito melhores de proporcionar a fluoretação que nossos dentes necessitam.“ (Paavo Poteri, Vice Diretor de Administração, água de Helsique, Finlândia, 7/Fevereiro/2000).

       “A fluoretação artificial dos suprimentos de água potável foi feita somente numa cidade, Kuopio, situada na parte oriental da Finlândia e com uma população de aproximadamente 80,000 pessoas (1,6% da população Finlandesa). A fluoretação começou em 1959 e terminou em 1992 como um resultado da resistência da população local. A opinião mais usada para a resistência apresentada neste contexto eram os direitos dos indivíduos de beber água sem aditivos químicos usados para a medicação de limitados grupos da população. Um conceito de “alimentação à força“ foi também mencionado.

       Beber água fluoretada não é proibido na Finlândia mas nenhum município voltou atrás para ser disposto a praticá-la. Os fornecedores de água, naturalmente, sempre foram contra as doses químicas do fluoreto na água“. (Leena Hiisvirta, M.Sc., Engenheiro Chefe, do Ministério de Assuntos Sociais e Saúde, Finlandia, 12/Janeiro/1996.)

Dinamarca:

       “Nós somos gratos em informar-lhes que segundo o Ministério Dinamarquês de Ambiente e Energia, fluoretos tóxicos nunca foram adicionados no suprimento de água pública. Consequentemente, nenhuma cidade dinamarquesa jamais foi fluoretada.“ (Klaus Werner, Embaixada Real Dinamarquesa, Washington DC 22/Dezembro/1999).
http://www.fluoridation.com/c-denmark.htm

Noruega:

       “Na Noruega nós tivemos uma conversa bastante intensa sobre este argumento a 20 anos atrás, e a conclusão foi que a água potável não deve ser fluoretada.“ (Truls Krogh & Toril Hofshagen, Folkehelsa Statens Institutt for Folkeheise (Instituto Nacional de Saúde Pública) Oslo, Noruega, 1/Março/2000).
http://www.fluoridation.com/c-norway.htm

Suécia:

       “A fluoretação da água potável na Suécia não é permitida... Nova documentação científica ou mudanças na situação da saúde dental que poderiam alterar as conclusões da Comissão não foram mostradas.“ (Gunnar Guzikowski, Inspetor Chefe Governamental, Livsmedels Verket --Administração Nacional dos Alimentos Divisão de Água Potável, Suecia, 28/Fevereiro/2000). http://www.fluoridation.com/c-sweden.htm

Holanda:

       “Do final dos anos 60 até o inicio dos anos 70 a água potável em vários lugares da Holanda foi fluoretada para prevenir cáries. Entretanto, em seu julgamento de 22 Junho de 1973 no caso nº 10683 (Budeding and co. contra a cidade de Amsterdan) a Suprema Corte (Hoge Road) determinou que não havia uma base legal para a fluoretação. Após aquele julgamento, uma emenda ao acto do suprimento da água foi preparado para proporcionar uma base legal para a fluoretação. Durante o processo tornou-se claro que não havia apoio parlamentar suficiente para este emendamento e a proposta foi retirada.“ (Wilfred Reinhold, Conselheiro Legal, Directoria de Água Potável, Holanda, 15/Janeiro/2000). http://www.fluoridation.com/c-netherlands.htm

Irlanda do Norte:

       “O suprimento d'água da Irlanda do Norte nunca foi artificialmente fluoretado exceto em 2 pequenas localidades onde o fluoreto foi adicionado na água por cerca 30 anos até o ano passado. A fluoretação cessou nestas localidades por razões operacionais. Desta vez não existem planos para começar a fluoretação dos suprimentos d'água na Irlanda do Norte.“ (C.J, Grimes, Departamento para Desenvolvimento Regional, Belfast, 6/Novembro/2000).

Áustria:

       “O fluoreto tóxico nunca foi adicionado no suprimento de água Pública na Áustria.“ (M.Eisenhut, Chefe do Dept. de Água, Osterreichische Yereinigung fur das Gas-und Wasserfach Schubertring 14, A-1015 Wien, Austria, 17/Fevereiro/2000). http://www.fluoridation.com/c-austria.htm

República Tcheca:

       “Desde 1993, a água potável não foi tratada com o fluoreto nos suprimentos de água pública por toda República Tcheca. Embora a fluoretação da água potável não foi realmente eliminada e não é sob consideração porque esta forma de suplementação é considerada:
              · Anti-econômica (somente 0,54% da água conveniente para beber é usada como tal; o restante e usado para a higiene etc. Além do mais, um crescente número de consumidores (particularmente crianças) estão usando água engarrafada para beber (água subterrânea usualmente com flúor).
              · Anti-ecológica (carregamento ambiental por substancias desconhecidas)
              · Anti-ético (“medicação forçada“)
              · Toxicologicamente e fisiologicamente discutível (a fluoretação representa uma forma desguarnecida de suplementação que negligencia o real consumo individual e a real necessidade de consumo e pode levar a um excessivo risco para a saúde em certos grupos da população; e a formação de compostos do flúor na água em formas não biologicamente ativas. (Dr. B. Havlik, Ministerstvo Zdravotnictvi Ceske Republiky, October 14, 1999).

APÊNDICE 2

       Declaração de Douglas Carnall, Editor Associado do The British Medical Journal, Publicada no BMJ Website (http://bmj.com) no dia em que eles publicaram no York Review sobre Fluoretação.

Veja também esta revisão em http://bmj.bmjjournals.com/cgi/content/ ... 7265/904/a
British Medical Journal
7/Outubro/2000


A FLUORETAÇÃO DA ÁGUA


       A fluoretação foi um tema discutível até antes das acusas de Ripper, comandante da Base num filme de Kubrick contra “a conspiração internacional dos comunistas para esgotar e impurificar todos os nossos preciosos fluidos vitais“ filme de 1964 Dr. Estranho amor. Este BMJ da semana não deve precipitar-se num holocausto global, mas parece que o comandante da base Ripper pode ter sido a ponta. A revisão sistemática publicada esta semana (p 855) mostra que muitas das evidencias para a fluoretação foram derivadas da baixa qualidade dos estudos, que em seus benefícios podem ter sido exagerados, e que a relação risco-benefício para o desenvolvimento dos comuns efeitos colaterais(fluorose dental, ou mancha dos dentes) é bastante alto.

       Materiais suplementares são disponíveis no website do BMJ e naquele dos Autores da Revisão, aumentando a validade das conclusões através da transparência do processo. Por exemplo, a página das “perguntas frequentemente feitas“ deste website
explica quem abrangeu o painel consultivo e como eles foram escolhidos (balanceado para incluir quem é contra e à favor, assim como os neutros“), e o site inclui os pormenores de seus encontros. Você pode ainda haver todas as 279 referencias no formato Word 97, e tabelas de dados em PDF. Tal transparência e admirável e pode somente encorajar a racionalidade do debate.

       Os profissionais que propõem medidas preventivas compulsórias para uma inteira população tem um peso diferente de responsabilidade nos seus ombros que aqueles que respondem às petições individuais de ajuda. Previamente neutro neste tema, eu estou convencido pelos argumentos daqueles que desejam receber o fluoreto (como eu) receberia melhor do creme dental que dos suprimentos de água (veja http://www.derweb.co.uk/bfs/index.html e http://www.npwa.freeserve.co.uk/index.htm para os dois pontos de vista).

Douglas Carnall
Editor Associado
British Medical Journal

Re: FLÚOR - 50 Razões Para se Opor à Fluoretação da Água

MensagemEnviado: segunda fev 27, 2012 12:14 am
por Espirito_eterno
Como faço para tirar o flúor da água sem filtro de osmose reversa?
Porque eu fiquei sabendo no fórum Anti-Nova Ordem Mundial, que nem esquentar a água tira, a não ser que seja em 100 graus exatos. (não sei como posso medir a temperatura num simples fogão)

Re: FLÚOR - 50 Razões Para se Opor à Fluoretação da Água

MensagemEnviado: segunda fev 27, 2012 1:37 am
por Jacarishe
Eu não sei. E esta informação de esquentar a água a 100 graus é meio esquisita. Será que eles não estavam falando de fazer água destilada ?
Será que não vale a pena comprar um filtro de osmose reversa ?
Você bebe água da torneira ou água mineral ?
Se for da torneira, este filtro vai tirar várias outras coisas além do flúor e você fica com uma água de muito boa qualidade.
Eu só tomo água mineral, mas parece que há flúor também na água mineral.

Você usa pasta de dente sem flúor ? Eu uso.
São mais caras, mas eu uso bem pouquinho e então elas duram muito tempo.

Até mais

Espirito_eterno Escreveu:Como faço para tirar o flúor da água sem filtro de osmose reversa?
Porque eu fiquei sabendo no fórum Anti-Nova Ordem Mundial, que nem esquentar a água tira, a não ser que seja em 100 graus exatos. (não sei como posso medir a temperatura num simples fogão)

Re: FLÚOR - 50 Razões Para se Opor à Fluoretação da Água

MensagemEnviado: segunda fev 27, 2012 2:00 am
por Espirito_eterno
Eu bebo água do filtro, e pelo informado o flúor não sai da água com o a filtragem comum. E a questão da água destilada é que disseram que o ponto de ebulição do flúor (114 graus se não me engano) é muito próximo ao da água (100 graus) logo é ineficaz a pessoa ferver, pois no fogão comum não se mede a temperatura e fica bem mais quente do que isso, logo vem o flúor também (acho até que foi por isso que escolheram este veneno para por na água, pois é difícil de se livrar dele).

[EDIT]
Vale a pena sim, porém é caro um de qualidade. E sim, eu ainda uso pasta de dente com flúor (vou me livrar o mais rápido possível).

Até mais.

Re: FLÚOR - 50 Razões Para se Opor à Fluoretação da Água

MensagemEnviado: segunda fev 27, 2012 1:14 pm
por conhecimentosp
Olá!!!

Espirito - Eterno

Bebendo água não fluoretada. Fonte de água ou da chuva filtrada.
Com relação à pasta de dente usando o minimo possível e jogar todo o residuo para fora após o produto de escovação.
Pois não terá como agir no seu organismo se não for ingerido em quantidades sulficientes para tal feito.

Re: FLÚOR - 50 Razões Para se Opor à Fluoretação da Água

MensagemEnviado: segunda fev 27, 2012 11:24 pm
por Espirito_eterno
Realmente a chuva filtrada parece a melhor alternativa, valeu por me lembrar disto.

Re: FLÚOR - 50 Razões Para se Opor à Fluoretação da Água

MensagemEnviado: terça fev 28, 2012 1:48 am
por Jacarishe
Mas em relação à chuva, tem que se esperar uns 10 minutos, senão você acaba bebendo água poluída, pois a água passa por áreas poluídas da atmosfera e fica com uma parte da poluição. Acho que quanto mais poluído for o lugar, mais tempo se tem que esperar para coletar a água da chuva. Acho que em São Paulo deveria-se esperar pelo menos 20 minutos antes de considerar a água boa para consumo.

Re: FLÚOR - 50 Razões Para se Opor à Fluoretação da Água

MensagemEnviado: terça fev 28, 2012 3:14 am
por Espirito_eterno
Valeu pela informação. :D

Até mais.

Re: Discussão sobre Vegetarianismo e Veganismo

MensagemEnviado: quinta jul 26, 2012 12:40 am
por Espirito_eterno
Valeu pela sugestão, posso até usar isso agora nesta fase, porém o mais importante é mudar mesmo, então só seria um auxiliar, valeu!
Eu errei hoje pois pus mais do que comeria no prato, além de querer comer algumas coisas cruas de inicio sem preparação ou transição anterior.
Alguém sabe me dizer se 0,01mg/L de flúor na água e 8,58mg/L de cloreto é saudável?

Até mais.

Re: Discussão sobre Vegetarianismo e Veganismo

MensagemEnviado: quinta jul 26, 2012 1:43 am
por Jacarishe
Olá Espírito Eterno,

Vou fazer os cálculos para o flúor.
Dizem que o flúor no creme dental faz muito mal à glândula pineal, que é a responsável pela captação do prana (acho que foi a Evelyn que disse).
Eu uso creme dental sem flúor por causa disso, mas ele é umas 4 vezes mais caro que o creme dental normal.
Portanto eu vou usar o creme dental como uma referência, pois é a única referência que eu conheço...

Eu já tinha feito cálculos assim antes. Você já deve ter notado que nos cremes dentais está escrito 1500ppm.
Isto significa que os cremes dentais possúem 1500 partes de flúor por cada 1.000.000 (1 milhão) de partes de creme dental.
Acho que foi inventada esta medida para tornar os cálculos muito complicados, pois não são litros e nem kilos...

Então segue o raciocínio e se você tiver dúvidas me diz, mas vou fazer passo a passo para ficar fácil para eu conseguir fazer os cálculos e para ficar mais fácil de entender...

Você disse: 0,01mg/L de flúor na água.

1 Litro de água é exatamente igual a 1 Kilo (só é verdade para a água)
Portanto é 0,01mg/Kg de flúor (pronto, agora ambos são unidades de peso)
(Só troquei o "L" dos litros por "Kg" dos kilos, pois para a água isto é verdadeiro)

Agora transformando de miligramas para kilos:
       0,01mg = 0,00001g = 0,00000001 Kg => vou identificar este número por "A"
       Então são 0,00000001Kg de flúor por cada Kilo de água

Comparando com o flúor da pasta de dentes, que é normalmente de 1500 partes por milhão (PPM)...
Se eu dividir 1Kg de água (que é exatamente o mesmo que 1L) por 1 milhão de partes iguais, cada parte pesará 0,000001 Kg => vou identificar este número por "B"

Então:
       A = 0,00000001 Kg (peso do flúor contido em 1 Litro de água)
       B = 0,000001 Kg (1 Litro de água foi dividido em 1 milhão de partes e cada uma das partes tem este peso)

Agora basta dividir "A" por "B", isto é, dividir a quantidade de flúor pela quantidade de água, pois o que está nas pastas de dente é 1500ppm de flúor, o que significa 1500 partes de flúor por cada 1 milhão de partes de creme dental.

O resultado é de 0,01ppm
Isto é, 0,01 partes de flúor por cada 1 milhão de partes de água.

Não sei o que significa exatamente este resultado, mas o creme dental tem 1500ppm de flúor e a água que você citou tem 0,01ppm de flúor.
Portanto é 150.000 vezes menos concentrada que o creme dental.

A concentração em relação ao creme dental, é extremamente baixa e a primeira impressão é de que não deve fazer mal nenhum com uma concentração tão baixa, mas há alguns fatores a se considerar, que são:

       1) Os cremes dentais tem uma concentração de flúor que, cientificamente comprovou-se que atinge o objetivo desejado, seja ele qual for.
       2) Quando se escova os dentes usando creme dental, a quantidade colocada na escova é bem pequena.
       3) Teoricamente não se engole nada do creme dental usado, cospe-se tudo.
       4) A água que foi referida nos cálculos mais acima é completamente engolida (bebida para matar a sede).

Conclusão:
       Se o creme dental é usado em quantidades muito pequenas e é totalmente cuspido ao final da escovação e mesmo assim atinge os objetivos das pessoas que colocam o flúor nas pastas de dentes, significa que é necessária uma quantidade muito, mas muito extremamente pequena para atingir os objetivos desejados. Como a água é totalmente engolida, todo o flúor contido na água é também engolido.
       Agora é um cálculo muito complicado de se fazer, pois sabemos quanta água pode ser bebida por dia, mas é extremamente difícil saber qual é a quantidade de flúor engolida ou absorvida pela pele das gengivas e bochechas durante cada escovação, já que o tempo da escovação é curto e é tudo cuspido no final.
       A minha conclusão final é que: Parece-me que mesmo usando creme dental sem flúor, a água acaba fazendo o mesmo efeito e tem concentração suficiente para causar os mesmos danos ou até mesmo danos muito maiores, já que é consumida em quantidades de talvez milhões de vezes a quantidade de creme dental engolido ou absorvido pela boca no curto período de tempo que dura a escovação. Fazendo uma conta bem simples, se a quantidade de água ingerida for de 1 milhão e quinhentas mil vezes maior que a quantidade de pasta de dentes engolida, significa que a água faz 10 vezes mais mal que o creme dental, pois 150 mil é 10 vezes menos que 1 milhão e quinhentos mil. Mas este cálculo é muito subjetivo. É só uma suposição...

Espero não ter confundido mais do que esclarecido.
Até Mais

Espirito_eterno Escreveu:Valeu pela sugestão, posso até usar isso agora nesta fase, porém o mais importante é mudar mesmo, então só seria um auxiliar, valeu!
Eu errei hoje pois pus mais do que comeria no prato, além de querer comer algumas coisas cruas de inicio sem preparação ou transição anterior.
Alguém sabe me dizer se 0,01mg/L de flúor na água e 8,58mg/L de cloreto é saudável?

Até mais.

Re: Discussão sobre Vegetarianismo e Veganismo

MensagemEnviado: quinta jul 26, 2012 2:21 am
por Espirito_eterno
Valeu, seja lá o que for isso, essa é a água com menos flúor que já vi, vou procurar beber dela pois é a que tem menos.

Re: Discussão sobre Vegetarianismo e Veganismo

MensagemEnviado: sexta jul 27, 2012 12:06 pm
por Jacarishe
Olá Espírito Eterno,

Existem raríssimas opções para quem quer se livrar do flúor. Talvez uma seja a água da chuva. Mas a Evelyn disse que só se deve beber água da chuva 10 minutos depois de estar chovendo, por causa da poluição na atmosfera, que vem juntamente com a água.
Já que estamos falando de água, existe uma experiência muito legal que se pode fazer e que dá para sentir os resultados muito claramente quando se bebe a água. Consiste em colocar a água em um recipiente de vidro azul transparente (vidro azul) e colocar ao Sol. Deixar umas 2 horas ou mais, deixar a água esfriar e beber. A água fica completamente diferente. Parece com aquela propaganda da cerveja skol, que diz que "desce redonda". Desce redonda mesmo. Fica super macia. É muito legal. Não deixa de fazer a experiência. Acho que as moléculas de água ficam melhor estruturadas. Deve fazer muito bem beber desta água. Vale mesmo a pena comprar um vaso azul grande para fazer desta água todos os dias e beber só desta água, pois depois de beber muito desta água, a água normal parece ser muito agressiva.

Até Mais

Espirito_eterno Escreveu:Valeu, seja lá o que for isso, essa é a água com menos flúor que já vi, vou procurar beber dela pois é a que tem menos.

Re: Discussão sobre Vegetarianismo e Veganismo

MensagemEnviado: sexta jul 27, 2012 12:14 pm
por alemmarinho
Olá!!

Espirito eterno.


A função do Fluor é manter sua mente adormecida através de sua quimica, assim fica mais fácil que você aceite o que o SISTEMA vai plantando em você como VERDADE absoluta, desta forma que se induz a humanidade a ficar condicionada a toda esta porcaria. Percebeu a verdadeira função dele.

Valeu

Espirito_eterno Escreveu:Valeu, seja lá o que for isso, essa é a água com menos flúor que já vi, vou procurar beber dela pois é a que tem menos.

Re: FLÚOR - 50 Razões Para se Opor à Fluoretação da Água

MensagemEnviado: domingo jul 29, 2012 3:40 pm
por Espirito_eterno
Ideias para se livrar do flúor ou diminuir ele são:
Água de cocô
Água destilada (Boa contra pedra nos rins, mas cuidado com ela em excesso)
Água da chuva (até 10min)
Água destilada com Sal não refinado e com variedades de minerais (sem flúor no sal é claro)
Água mineral com baixo flúor
Soro fisiológico

Até mais.