PERFEITA CRIAÇÃO

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PERFEITA CRIAÇÃO

Mensagempor rickadm » domingo dez 25, 2011 3:21 am


Perfeita Criação

Por Dr. George R. Clements — 1964


"Toda a duração da vida de Matuzalém foi de 969 anos, depois morreu." (Gênesis 5:27).

"O que tem sido é o que será (novamente); e o que está feito é o que será feito (novamente)" (Ecl. 1:9).

"Sob a lei da causa e efeito os resultados obtidos dependem das condições fornecidas, pois fazem funcionar o poder de produção." (Dr. Robert Walter, Vital Science, p. 204)

Sabemos hoje que a Tradição Antiga reunia fábulas escritas por Magos para apresentar fatos da Criação. Uma das mais antigas era essencialmente o que se segue:

"O Homem foi criado perfeito e colocado num jardim de frutas e riachos. Ele era livre de todos os apetites do corpo físico e não possuía desejo de provar as frutas ou beber a água. Além disso, o Homem havia sido ordenado pela Divina Providência para não comer nem beber uma vez que estaria injetando substâncias estranhas em seu corpo perfeito, causando a sua deterioração, estrago e morte. Os homens eram simples garotos aos cem anos de idade e não tinham nenhuma das enfermidades da idade. Quando estavam prontos para passar para a região da vida superior, a passagem era feita como um repouso suave"

O Homem foi criado perfeito. Um médico reconhecido escreveu:

"A moldura humana é perfeita enquanto máquina. Ela é auto-renovável e auto-recuperável, e não possui em sua essência nenhuma evidência pela qual poderíamos prever a sua deterioração. Aparentemente destina-se a resistir eternamente."

A existência do Homem é a prova de sua perfeição. Ele não poderia ter chegado a existir se faltasse algo. Nem poderia viver longamente se o seu corpo não se adequasse a todas as condições naturais do meio-ambiente, e se não tivesse um grande poder de adaptação para enfrentar as várias mudanças de ambiente e de condições que vieram a ser produtos da má conduta do Homem.

O Homem era o supremo produto da Ação Criativa, sendo a Sua organização mais perfeita, produzido em bilhões de anos. Imperfeições subseqüentes surgiram devido às condições adversas que impediram os Processos Criativos.

(2) O Homem foi colocado em um jardim. Ele naturalmente surgiu num ambiente perfeito para o seu habitat e igual em perfeição à entidade produzida para habitá-lo. Portanto, a correspondência perfeita prevalesceu.

Mas em apenas oito gerações, segundo a Bíblia, o Homem perturbou esta perfeição harmoniosa. Nas oito gerações seguintes, a expectativa de vida já havia caído para 148 anos, como foi o caso de Nahoor.

(3) O Homem era livre de todos os apetites e desejos do corpo. A perfeição de nada precisa e nada lhe falta. Mas a civilização se opõe à perfeição pois ela não dá lugar ao comércio nem à troca — a base do mercantilismo.

O mercantilismo torna a vida vivida a favor da longevidade um problema individual e opõe-se a todos que a defendam, e esta foi a causa principal da crucificação de Jesus.

(4) O Homem foi ordenado a não comer nem beber. Se seguisse agora este mandamento, destruiria o mundo da civilização e do mercantilismo.

A injeção de substâncias no corpo, exceto o ar puro, é estranha à sua constituição, e ativa a sua energia a livrar-se do elemento intruso, levando seus agentes eliminadores a executar serviços de defesa para poupar o corpo da destruição.

(5) Os homens eram simples garotos aos cem anos de idade. Isto está confirmado no capítulo V do primeiro livro da Bíblia, mostrando que o Homem gerava seu primeiro filho após o primeiro século de vida. Mas uma mudança aconteceu após o Dilúvio, como indica o Capítulo XI do Gênesis, quando os homens se tornavam pais antes dos trinta anos.

(6) O Homem não tinha nenhuma das enfermidades da idade, que é hoje a principal causa dos males que o Homem sofre. A decrepitude e a morte não são condições naturais, embora sejam tão comuns que são hoje consideradas parte da vida. Estas condições resultam dos abusos ao corpo e não da rotação da Terra.

A luta incessante do corpo para viver sob as condições de tratamento abusivo dão origem às histórias que enchem os livros médicos, nos quais as intermináveis fases dessas lutas recebem nomes em grego e remédios em latim, mas não se fala das verdadeiras causas dessas lutas de vida ou morte. Na realidade, tirando vírus e germes, a Medicina proclama que as verdadeiras causas são mistérios, e milhões de dólares e centenas de anos são gastos em "pesquisas" para determinar as "causas" dessas doenças e descobrir as suas "curas" — incrível, mas é verdade.


O HOMEM, UM DESCONHECIDO


"Apesar de todas as conquistas do Homem na arte, na literatura e na ciência, ele ainda não desceu às profundezas nem subiu ao pico da natureza humana, nem sabe dizer o que será (ou o que foi)."

Sabemos hoje tão pouco sobre o Homem que o Dr. Alexis Carrel, reconhecido como um dos maiores antropólogos e biólogo do século XX escreveu um livro publicado em 1935, intitulado: O Homem, Um Desconhecido, tentando dizer ao mundo com esse título que não sabemos quase nada sobre o Homem. Ele disse:

"Aqueles (cientistas) que investigam o fenômeno da vida estão perdidos num emaranhado dentro de uma floresta mágica onde inúmeras árvores estão sempre mudando de forma e lugar... a maior parte das questões levantadas por aqueles (cientistas) que estudam o ser humano permanece sem respostas. O Homem é feito de inúmeras sombras, entre as quais passeia uma realidade desconhecida...nosso conhecimento do corpo humano é bastante rudimentar. Até o momento presente não conseguimos apreender a sua constituição."

A verdade é que a nossa ignorância (sobre o Homem) é profunda.

Os fatos ocultados sobre a ignorância global a respeito do Homem revelam uma história bem diferente das explicações médicas infundadas e das opiniões das massas vítimas de lavagem cerebral. Mesmo assim, essas falácias são aceitas como fatos e enchem os livros médicos que tratam de temas como os processos do corpo humano, as desordens, a sustentação e as forças de enrgização.

Se o Homem primitivo não comia nem bebia a ciência está irremediavelmente perdida com relação aos sistemas de energização do corpo, pois na mente dos cientistas médicos não há sombra de dúvidas de que o que sustenta o corpo e permite o que chamamos de vida é a comida.

O Homem não poderia comer nem beber se não estivesse vivo! Segundo a Bíblia não é a comida, mas o Sopro de Vida, a Radiação do Universo que dá vida ao corpo. A Bíblia fala que "A Vida da Carne está no Sangue" (Gen. 2:7; Lev. 17:11). Isso não seria prova suficiente?!.

Os fatos mostram que o Fluxo Sangüineo que faz a Roda da Vida girar, já corria do Templo Humano antes que o Homem houvesse ingerido sólidos ou líquidos. Se as leis inexoráveis da Criação não mudam, o sangue não é, nunca foi e nem poderia ser fabricado pelo que o Homem come, por mais que a ciência defenda isso.

Se o sangue fosse fabricado pelo que o Homem come, a sua composição seria alterada após cada refeição e seu volume sofreria grandes flutuações. O fluxo sangüineo precisa ser constante em quantidade e uniforme em qualidade para que o corpo permaneça vivo.

A ciência sequer consegue provar que a comida sustenta o corpo. Um médico muito sábio, experiente e observador, autor do livro: "A Dieta Natural do Homem", publicado em 1930, declarou:

"O maior mistério da nutrição permanece sem solução. Nosso conhecimento sobre o processo de transformação da comida em matéria humana é tão rudimentar quanto o conhecimento de um selvagem há mil anos atrás".

Falácias não possuem explicações lógicas e pertencem todas a uma mesma categoria, quer tenham sido inventadas por tolos ou por cientistas. E mesmo assim, os livros utilizados nas escolas e universidade estão repletos dessas falácias, impostas como fatos, sobre a vida, a constituição humana e as limitações do corpo humano.

E assim, "o grande mistério da nutrição" é outra falácia médica que não sobrevive a um exame mais sensato.

A ALIMENTAÇÃO


Quando o Homem transgrediu o Mandamento Divino de não comer, ele colocou em seu corpo substâncias estranhas e nocivas, forçando o corpo a produzir uma ação defensiva contra o elemento estranho. O grande Carrel comentou sobre este assunto:

"O corpo se adapta aos eventos. Ao invés de padecer, o corpo muda (fazendo ajustes para se adequar às novas condições que tem que enfrentar).

Nossos órgãos (sempre que necessário) improvisam meios de se adequar à novas situações, e estes meios (embora sejam uma condição de degeneração) agem de forma a nos permitir um máximo de duração (sob essas circunstâncias). Os processos fisiológicos, que são a essência do nosso tempo de vida (idade) sempre buscam a direção que permitirá o maior tempo de sobrevivência possível (sob condições adversas)." (pág. 192)

Na luta de vida ou morte com a nova situação, essas mudanças nos órgãos e sistemas do corpo chegam a amplitudes bem maiores que as possivelmente imaginadas por Carrel. Embora essas mudanças sejam de natureza degenerativa, o Homem acredita ter vivido longamente se chegar a 80 anos — muito pouco, se comparado à expectativa de vida dos homens na Antigüidade, que chegava a ser de 300 a 1200 anos.

Uma dessas "mudanças" para se adequar à "nova situação" foi uma expansão insignificante das vias alimentares, num determinado momento, criando o que hoje chamamos de "estômago", para ser o receptor e das substâncias estranhas e nocivas que entravam no corpo em forma de "comida", até que o corpo pudesse desfazer-se delas.

Esse deve ter sido o início da má ação humana que levou à degeneração do corpo e conseqüente redução de sua duração. Isso poderia esclarecer alguns mistérios explicando o declínio da expectativa de vida a partir de Noé, que viveu 950 anos. Rapidamente, 8 gerações mais tarde, como no caso de Nahor, a expectativa de vida já havia caído para 148 anos.

Trabalhamos por anos para resolver esse problema, mas nada nos ajudou a entender esse declínio até que encontramos o livro "As Maiores Leis da Vida" (1903) do Dr. Robert Walter, um outro sábio do século.

Até onde podemos ver, Walter foi o primeiro cientista dos tempos modernos a descobrir que a comida é nociva ao corpo. E ele ficou tão surpreso com tudo o que havia dito baseado no que encontrou em suas pesquisas, que recuou e declarou:

"Não devemos permitir que acreditem que estejamos argumentando que a comida não seja uma necessidade da vida. Nenhum Homem honesto poderia argumentar isto".

Mas era exatamente isso o que estava fazendo, sendo guiado pela lógica para essa direção, através de resultados e conclusões pessoais. Quando ele percebeu o que a sua investigação estava prestes a revelar, se viu em um dilema e chegou a declarar:

"Cada refeição que comemos reúne uma quantidade de toxinas que, se combinadas de uma determinada maneira, são suficientes para destruir um exército inteiro" (pág. 138).

Esta foi uma das descobertas incríveis que Walter fez e que o levou a declarar que não estava "argumentando que a comida não era uma necessidade de vida".

O corpo desenvolveu uma condição estranha quando a sua existência passou a depender de comida, onde uma refeição reúne "uma quantidade de toxinas suficiente para destruir um exército".

Considere, então, o quanto o corpo precisou se transformar através dos tempos até chegar ao ponto em que, para se preservar por uma duração curta, precisa tolerar os venenos que gradualmente o destrói. Esse é o resultado na má ação do Homem.

Poderíamos citar exemplos do efeito desse declínio que leva à morte como às "doenças" e o "envelhecimento". Estas não são condições naturais; agora podemos entender porque a Medicina não consegue determinar de onde vem as "doenças" e o "envelhecimento", limitando-se a procurar as causas no corpo — não é nele que as causas se encontram. Não examinamos uma rocha que caiu na Terra para determinar a "causa" dessa queda, pois a causa está no ar. Mas é isso que faríamos se estivéssemos nesse estado de lavagem cerebral chamado de "Formação Médica".

Outra descoberta surpreendente feita por Walter foi de que ao invés da comida fornecer energia para o corpo, como a ciência ensina, na verdade a comida rouba a energia do corpo. Walter afirmou que "a simples presença da comida no meio vivo não necessariamente ativa e controla a Força Vital. A comida não transmite energia para o organismo. Em vez disso, ela extrai energia, ou Força Vital, do organismo, para realizar o trabalho de eliminação."

A energia vem do corpo e não da comida. É o corpo que atua, não a comida. E essa atuação do corpo é defensiva, não é construtiva, resultando no desgaste do corpo e reduzindo o seu tempo de duração.

Por que precisamos de comida? Walter ponderou. E a resposta que encontrou coincide com o que está em um livro escrito em 1669 D.C, que Walter nunca leu. Ele disse:

"A comida não está sendo utilizada para alimentar o organismo, mas para incitá-lo em atividade contínua levando-o a gastar sua energia vital."

A energia do corpo, quando em estado passivo, necessita de algo que a torne ativa e a comida estaria cumprido essa função.

Mas nem sempre foi assim. A explicação, Órgãos Radiosintéticos foi aposentada pelo mau hábito de comer.

No princípio a energia era ativada por um Estímulo Elétrico que vinha da radiação inalada pelos órgãos respiratórios. Contudo, após tanto séculos de ingestão de comida, os Órgãos Radiosintéticos foram forçados a um estado inativo enquanto o corpo se transformava para se defender dos ataques da comida.

No nosso trabalho datado de 1953, intitulado Comer é Natural?, dissemos:

"A nutrição da célula e do corpo é um mito. A comida que o Homem ingere não nutre as células através da assimilação como defende a Ciência. A substância ingerida simplesmente estimula as células, mas não as nutre."

"Dois tipos de estímulo são essenciais ao funcionamento das células vivas: Elétrico e Químico. O impulso elétrico, que é de nível atômico, provém da Radiação Cósmica.

"A substância ingerida (comida) estimula as células colocando-as em atividade e seguem seu caminho para fora do corpo através do canal de eliminação, assim como a água corrente faz o moinho girar ativando as máquinas sem, no entanto, fazer parte do moinho."

O que Walter descobriu confirmou essas afirmações: o único benefício que o corpo recebe do alimento é o estímulo provocado nas células para que permaneçam em "atividade contínua". A energia gasta no processo de eliminação do alimento ingerido engana os cientistas, assim como tantas outras coisas os enganam também: eles acreditam que a energia vem dos alimentos, das substâncias mortas e inativas chamadas de comida, e não do corpo. É comum sermos enganados pelo que podemos ver. Nesses casos, a verdade geralmente é o inverso do que parece ser.

Atualmente, para criar esse estímulo, o Homem ingere substâncias mortas, tão nocivas ao corpo que uma refeição "possui toxinas suficientes para (quando combinadas de uma determinada forma) destruir todo um exército."

É incrível o que o corpo é capaz de fazer para poder sobreviver por alguns anos ao invés de sucumbir instantaneamente. O resultado de pesquisas conduzidas por cientistas competentes e livres de dogmas indicam que "comemos para viver e para morrer". Foi o que disse um grupo de médicos conceituados da Europa no século XIX (Densmore, pág. 284).

Os resultados imparciais encontrados por Walter levaram-no à mesma conclusão de um livro escrito em 1669 D.C., como dissemos antes. O livro diz:

"A comida é o meio através do qual uma força (definitiva) age no corpo humano. Durante o metabolismo essa energia atômica é liberada e estimula (não nutre) as células do corpo a entrar em atividade. Essa atividade é essencial à evolução celular (que permita que a célula se desenvolva para se adequar ao corpo, enquanto o corpo ajusta seus mecanismos para eliminar elementos estranhos que recebeu em forma de comida)."

"Sendo assim, a comida somente fornece um estímulo ao corpo, gerando uma ação em nível atômico (como Walter havia dito). Durante esse processo a comida ingerida não perde nenhuma de suas propriedades. Ela é simplesmente transformada em outros estados físicos (que conhecemos como fezes e que são expelidas pelo reto.)

"No presente estado da evolução o Homem, vive de comida simplesmente porque não se conscientizou da lei que governa a Energia (Radiante) que gera a ação em nível atômico em todo seu organismo...

"Quando o Homem se conscientizar dessa lei (como na Idade do Ouro) ele será capaz de assimilar essa Energia (como fazia antes) e não mais dependerá de comida para sustentar o seu organismo" (pág. 64).

"O Homem, num certo período de sua evolução, voltará a existir sem alimentos materiais, como diz a profecia dos Magos, que o Homem será novamente abençoado e não mais necessitará de comida", assim como foi na Idade do Ouro, quando o Homem vivia mil anos (profecia dos Sábios Mais Antigos, pág. 66).

RADIAÇÃO CÓSMICA


Como dissemos, trabalhamos durante anos nessa história, mas sempre terminávamos numa via sem saída, até que a divisão do átomo revelou-nos um conhecimento surpreendente sobre a natureza velada da matéria. A desintegração da matéria trouxe consigo a desintegração de que?...Por falta de tal conhecimento, o que tínhamos até hoje era uma Filosofia da Criação falaciosa e materialista.

Hoje podemos conectar essa estranha história à sustentação e energização do corpo humano. Essa história não está nos livros, nem é ensinada nas escolas. Ela será desdenhada por cientistas e criticadas por médicos, e será uma revelação para as massas vítimas de lavagem cerebral. Uma revelação que o mundo rejeitará por mais um século.

Segundo a Bíblia "a vida da carne ESTÁ NO SANGUE", não na comida que ingerimos. Mas a Ciência considerou essa afirmação como sendo tolice de ignorantes supersticiosos.

Hoje sabemos que essa tolice de supersticiosos era uma afirmação científica sobre Fatos da Criação. Hoje temos competência para comprovar a origem e a formação da vida, mostrando que de fato a Bíblia estava certa.

Princípios Fundamentais indicam que os Corpos Criados nunca foram feitos ou sustentados por material "usado". A Criação nunca empregou, em nenhuma de suas produções, material de "segunda mão". Mas seria assim se o Homem se utilizasse do que come em sua composição.

Não há exceção no universo: tudo é construído diretamente a partir do reservatório cósmico. E o que está contido nesse reservatório é RADIAÇÃO CÓSMICA.

Tal revelação choca os cientistas que não consideram nada além do que podem ver: a matéria — aquela que foi desintegrada e transformada em radiação, com a divisão do átomo.

O vasto mundo da Radiação, bem conhecido pelos Antigos Magos, de repente abalou o Mundo Sombrio do Materialismo. Em menos de um segundo, a incrível conquista da divisão do átomo mudou o Mundo da Física para um Mundo de Sombras, dissolveu o Mundo da Filosofia, explodiu o Mundo da Nutrição e revelou o Mundo Eterno da Radiação.

Chocados, os cientistas, que são apenas humanos, agora lutam desesperadamente tentando inventar uma nova terminologia para fazer com que o passado e o presente sejam coerentes e evitar que a máscara caia.

Então, finalmente, alguns dos mistérios da Vida e do Homem foram acidentalmente resolvidos. Seu Sangue e sua Energia não são produtos do que ele come ou bebe. Ambos provêm da Radiação Pantomórfica, o elemento cósmico que ocupa todo o espaço cósmico e que flui incessantemente pelos Órgãos Respiratórios do Homem, e é transformado em líquido pela ação geradora desses órgãos.

Esta é a Essência Universal que forma todas as galáxias, mundos, nuvens, oceanos, continentes, montanhas, rios, florestas e tudo o que há na Terra. Pela Lei da Analogia e pelas Leis inexoráveis da Criação, concluímos que essa Energia também constitui o Templo Humano, em carne, ossos e fluidos, e lhe dá a energia para o que chamamos de Vida.

Hoje compreendemos porque "o grande mistério da nutrição permanece obscuro". Não há "nutrição", como dissemos no nosso trabalho publicado em 1953. A nutrição é uma outra falácia da ciência da matéria, a comida nunca é transformada em matéria viva. Os fatos por si provam que a Criação nunca emprega material "usado" nas operações na geração da vida.

Nós vivemos num Universo Radiante, tudo, das galáxias ao Homem, é formado por Radiação Condensada. Nosso planeta flutua num Oceano de Radiação. Água e gelo, areia e pedras, árvores e mato, tudo é Radiação Condensada.

O Templo Humano, no qual habita um Espírito Divino, a mais completa e perfeita "casa feita sem mãos" (dois Cor.5:1), o apogeu da Criação após bilhões de anos de construção, produz seus fluidos vitais a partir da radiação, empregando para isso um dos maiores condensadores do mundo, e que foi aperfeiçoado para esse trabalho: os órgãos respiratórios, incluindo a vasta área pulmonar e o tórax, que reúnem aproximadamente 750.000.000 de mini células de ar, que se fossem espalhadas numa superfície plana, cobririam uma área de 40 pés.

O corpo humano não é alimentado, ele é sustentado pelos Órgãos Respiratórios, que Condensam a Radiação (a cada inalação) para formar o Sangue. Esse fluido escarlate cristaliza-se em matéria viva — carne e osso — formando e sustentando o Templo Humano.

A doutrina secreta sobre os métodos empregados pela Criação para construir e dar sustentação ao corpo humano vem dos Magos Antigos. Esta doutrina expõe a falácia da tão conhecida "nutrição", revelando o motivo pelo qual o Homem pode viver por semanas sem comida, mas pára de viver quando para de respirar.

Os fatos mostram que o Homem é simplesmente um Mecanismo Respiratório dentro de um Oceano de Radiação. Lavoisier percebeu isto e chamou o Homem de Máquina Animada, que consome Oxigênio como combustível e exala Gás Carbônico. Mas os homens instruídos da Ciência criticaram sua descoberta, recusando-se a deixá-la guiar seus raciocínios sobre os verdadeiros fatos da Criação.

A respiração é a principal e mais primária função do corpo. Todas as outras funções são secundárias ou incidentais, cujo trabalho é manter o corpo em condições de desempenhar a função de Respirar.

A respiração é espontânea, automática, involuntária e tão além do controle consciente que quando estamos dormindo ou inconscientes (por traumatismo ou outro tipo de acidente), respiramos melhor, mais profundo e de forma rítmica.

Comer e beber, funções voluntárias e controláveis, são fatores decisivos na causa da degeneração humana. O Homem é capaz de viver por semanas sem comida e por dias sem água. Nenhuma medida poderá recuperar e normalizar o funcionamento do organismo tão seguramente e rapidamente como o jejum.

E por anos esse tubo, hoje imundo e fedorento, o esgoto do organismo, existiu limpo, completo, em estado inativo, porém pronto para entrar em ação quando necessário e poupar o corpo de uma morte súbita devido aos maus hábitos do Homem.

Se esse Processo Gerador da Vida vier a falhar, em menos de três minutos todo o sistema corporal poderá entrar em colapso, em efeito dominó.

O Oceano de Radiação Cósmica em que a Terra flutua, possui tudo que o corpo precisa e o sustentou originalmente antes que o Homem desenvolvesse o hábito degenerativo de comer por prazer.

A Radiação sustentaria o corpo hoje, assim como era na Idade do Ouro, se os órgãos Radiossintéticos não houvessem sido atrofiados pela prática de comer e beber...um hábito que polui o corpo, podendo provocar dores tormentosas e levando o homem ao cemitério mais cedo.

Esses dados, não encontrados em livros, elucidam o segredo da vida, a constituição do Homem, o mistério da nutrição, e a razão pela qual centenas de órgãos do corpo estão atrofiados e inativos.

É isso que atrofiou os órgãos que por séculos sintetizaram com tanta eficiência a radiação cósmica e deram sustento e vigor ao Templo Humano. Naqueles dias gloriosos em que não se comia, não se adoecia, nem se precisava de médicos, a expectativa de vida era de mil anos.

"Através dos registros coniformes da Babilônia, datados de 2170 A.C. sabemos que o Homem pós-dilúvio vivia 1200 anos, mas que o Homem pré-dilúvio vivia por períodos inderteminados." (Kyrpton, em Quantum Organum, pág. 458).

Trubshaw disse:

" O corpo humano é de natureza elétrica, possuindo glândulas inativas e áreas celulares que se fossem estimuladas pela energia eletromagnética entrariam em atividade, expressando poderes superhumanos.

A prática nociva de comer por prazer reduziu a expectativa de vida e forçou os órgãos radiosintéticos a se aposentarem enquanto o corpo buscava adaptar-se à nova condição para não padecer. E assim, em vez da morte súbita, o corpo vai morrendo gradualmente e a ciência chama as fases desse processo de doença e envelhecimento, e busca no corpo as causas.

Em seu livro sobre respiração, Prof. J.S. Haldane escreveu:

"A vida é uma luta do corpo por ar. Mantenha a superfície interna dos pulmões sempre em contato com ar fresco, (observe todas as outras regras de saúde) e não haverá motivos para que o Homem morra.


FIM

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