Jejum e as Alterações Celulares Associadas

Lista de Textos relacionados ao Respiratorianismo ou Sungazing ou Jejuns ou Frutarianismo ou Liquidarianismo

Jejum e as Alterações Celulares Associadas

Mensagempor zhannko » sexta dez 30, 2011 2:27 am


JEJUM E ALTERAÇÕES CELULARES (sobre “Viver de Luz”)
( Por Zhannko )


     Há algum tempo, alguém falou de sua experiência de jejum forçado, devido a questões de saúde, e que apesar de ser forçado ela sentiu um bem estar, apesar da fraqueza típica de quem se alimenta pouco. Fiquei de fazer um comentário mais completo e somente agora consegui tempo para digitar com calma, então vamos lá.

     Essa mesma experiência também foi vivida por Mario Sanchez. Devido a problemas de saúde, ele teve que passar por diversos períodos de jejum antes de suas várias cirurgias. Não me lembro exatamente qual era o problema que ele tinha, mas sei que em virtude desse problema Sanchez teve que retirar cirurgicamente a maior parte de seu estômago (dois terços), forçando-o a fazer mudanças drásticas em sua dieta.

     Porém, apesar dos desconfortos e da fome, como comenta em seu livro “Jejum Curativo”, ele começou a perceber que, quando ficava sem comer tinha uma agradável sensação de bem estar. Mais tarde, conhecendo o “viver de luz”, que lhe caiu como uma luva, dedicou-se a estudar melhor o assunto, e o resultado deste estudo é o livro que publicou, que trata de como o corpo humano se comporta em períodos de jejum. Suas descobertas são várias, e a leitura do livro (que pode ser encontrado na internet em formato pdf), é de leitura obrigatória para quem pretende aderir à prática de uma alimentação mais saudável.

     Falando especificamente sobre a questão dos efeitos do jejum, para quem não está muito acostumado a fazer jejum, os primeiros efeitos podem ser bastante desanimadores. Uma reação típica do corpo à falta de comida são dores de cabeça ou dores nos músculos, fadiga generalizada, e talvez alguma irritabilidade e falta de paciência. O sono fica alterado, normalmente levanta-se durante a noite, uma ou várias vezes. Esforço físico parece algo sobre-humano e mesmo esforço mental pode tornar-se cansativo.

     Tudo isso é normal e esperado, no caso de alguém que nunca praticou jejum e que resolva experimentar pela primeira vez. Mas por que tudo isso acontece? Se você perguntar isso a algum nutricionista ele te dirá que é devido à falta de nutrientes para alimentar as células do corpo e os processos metabólicos, o que deve ser resolvido, obviamente, com a ingestão de comida. De minha parte, e falando por experiência própria, e prática, e não apenas com base nas teorias dos livros, digo que não é bem assim, a coisa é um pouco mais complicada (complexa).

     Embora a falta de nutrientes seja real, os sintomas observados, embora desagradáveis, não são necessariamente um mau sinal. São um sinal claro e evidente de que há sim uma forte, muito forte, dependência química do corpo com relação a aquilo que se ingere diariamente. Porém, como qualquer outra forma de dependência, esta também pode ser debelada (vencida), se houver interesse e vontade forte.

     Como o Mário Sanchez demonstra em seu livro, no capítulo que trata do metabolismo celular, e como milhares de respiratorianos têm experimentado nos últimos anos, em todas as partes do mundo, os únicos elementos que são essenciais à existência e continuidade do corpo humano são: Ar (puro de preferência), Água (pura de preferência), e Luz Solar (inclusive ultravioleta, e sem filtro solar, mas com as devidas precauções). A partir destes três elementos o corpo gera, internamente, tudo de que precisa, através de uma espécie de alquimia interna. Desnecessário dizer que a ciência da nutrição moderna desconhece tal hipótese, para não dizer que a considera um total absurdo e disparate. Porém, a vivência prática daqueles que resolveram seguir pelo caminho do “viver de luz”, fala por si só. Mas fala apenas para quem tem “ouvidos de ouvir”.
Agora, se nosso corpo precisa apenas de água, ar e luz para sobreviver, porque que é que, quando deixamos de comer sentimos tanto desconforto, e tanta fraqueza ?

     A resposta para esta pergunta está na dependência química. Desde nosso nascimento somos treinados para comer, e comer muito. Normalmente, à partir dos seis meses de idade, os bebês já são alimentados com leite de vaca. A atual ciência da nutrição considera isso algo normal e até necessário para o bom desenvolvimento da criança. Em minha opinião pessoal trata-se de um absurdo que cabe ao futuro desmascarar e neutralizar.

     Leite de vaca é um produto produzido por um animal para alimentar um bezerro de cerca de 80 quilos. Um bebê humano pesa normalmente não mais do que 5kg ou 6kg. Portanto, alimentar uma criança humana com leite de vaca é fornecer-lhe uma super-hiper-ultra-alimentação. É dar ao corpo muito mais, muito mais messsssssssssmo, do que ele precisa. Como nosso corpo é uma máquina fantástica, e possui uma capacidade de adaptação ainda mais fantástica, ele dá um jeito de processar esse material estranho, dia-após-dia. E depois disso vem uma série de outros “alimentos” indicados pela ciência da nutrição, tudo com o objetivo de que a criança tenha um crescimento considerado saudável e normal, com um determinado ganho de peso regular, estabelecido em tabelas e tal.

     Se a criança não engorda suficientemente rápido, entende-se que há algo errado, e dá-se-lhe mais comida, mais nutrientes, mais elementos que o corpo vai ter que processar, e boa parte será, já em tenra infância, acumulada na forma de gordura. O resultado são aqueles bebês gordinhos, fofinhos, cheinhos, tão adoráveis. E também tão viciados. Começa aí nossa dependência química da comida.

     Nos anos subsequentes a coisa só tende a piorar, principalmente quando é introduzido o famigerado (famoso) açúcar. Recentemente (durante o ano de 2011) houve algum debate com relação a leis em Brasília que visavam proibir empresas produtoras de papinhas para bebês de incluírem açúcar nos seus produtos. Então, desde tenra idade, começa também nossa dependência do açúcar. E depois passamos para as massas (pão, biscoitos, macarrão e massas em geral, etc.). E por aí vai.

     Há uma maximização absurda de uma suposta necessidade de nutrientes. Segundo as tabelas oficiais uma pessoa normal, que não trabalhe em serviço braçal pesado, deve consumir, pelo menos, 1.500 kcalorias por dia. Pergunto: de onde vem este valor de 1.500 kcalorias? Deduzo que de pesquisas sérias e muito bem fundamentadas realizadas com milhares ou milhões de pessoas, a fim de se encontrar uma média da necessidade de consumo diário de calorias por parte dos organismos dessas pessoas.

     Tudo estaria perfeito, se os especialistas no assunto não tivessem ignorado um pequeno detalhe: o fato de que todos os estudados sofrem, cronicamente, de uma superalimentação, e portanto seus corpos estão, invariavelmente hiper-viciados em uma determinada quantidade de nutrientes que são, ou seriam, absolutamente desnecessários para o corpo humano, se este fosse mantido dentro de princípios mais naturais.

     Seria o mesmo que estudar uma população de alcóolatras, que bebem dois ou três litros de cerveja por dia, e daí tirar uma média de que, para pessoas “normais”, o indicado seria o consumo mínimo de 1,5 litros de cerveja por dia.

     Que uma pessoa “normal” necessite de 1.500 calorias por dia não quer dizer que não seja possível viver com menos. Após o auê provocado pelo “viver de luz”, têm surgido diversos estudos sobre os efeitos de restrição alimentar em animais. As conclusões são bastante positivas. Alguns animais tiveram seu tempo de vida prolongado em três vezes, e em alguns casos em até dez vezes.

     Outro efeito interessante observado nessas pesquisas é que os animais das experiências também apresentavam um nível de saúde além da expectativa. Até agora, que se tenha conhecimento, tais experiências foram feitas apenas com ratos e vermes. Obviamente as experiências pessoais realizadas pelas pessoas que fizeram o processo dos 21 dias e vivem, ou viveram por algum período de sua vida, com pouca ou nenhuma alimentação sólida, não conta como fato científico, infelizmente.

     Resumindo: Há evidências claras de que não apenas é possível viver, de forma normal e até mais saudável do que a média das pessoas, com uma menor ingestão de alimentos, como também há indicações de que o tempo de vida de animais que vivem em uma dieta de restrição alimentar tende a prolongar-se, em alguns casos, muito além da expectativa de vida normal.

     Supondo que admitamos que é possível viver, com muito pouco, ou nada, de ingestão de alimentos, fica então a pergunta: porque, quando uma pessoa normal come menos, sente desconforto ?

     O desconforto em períodos de jejum é resultado da dependência química que o corpo tem daqueles elementos normalmente ingeridos. Apesar de o corpo não precisar necessariamente dos elementos ingeridos, uma vez que eles são ingeridos, o organismo terá de processá-los de alguma forma, e para isso, utilizando sua fantástica capacidade de adaptação, desenvolve processos metabólicos adequados para processar aquele material (em excesso ou mesmo inútil).
Ao longo dos anos, portanto, todo o corpo humano é (auto)modelado de tal forma a se adequar ao número de nutrientes ingeridos. Isso, falando a nível celular. Cada célula do corpo é criada, geração após geração, para se adequar a esse sistema.

     O documentário “Quem Somos Nós” (What the Bleep Do We Know) mostra de forma bastante clara e até divertida como nosso corpo reage e desenvolve dependências químicas relacionadas a diversos hormônios e substâncias químicas secretadas pelas próprias glândulas do corpo. Mostra também que o corpo desenvolve dependências químicas desencadeadas por fatores externos.
     Em momentos de raiva, ou excitação, certas substâncias são secretadas na corrente sanguínea, e vão influenciar milhões de células pelo corpo. Isso funciona mais ou menos assim:
     Vamos supor que uma célula qualquer tenha 10 receptores para um elemento qualquer, que normalmente está presente na corrente sanguínea numa quantidade, digamos, de 8 para cada célula. Assim, esta célula hipotética terá sempre um número de elementos para processar variando em torno de 10, talvez, 9, ou 8, as vezes 11, enfim, sempre girando em torno de 10, que é o número de receptores para processar aquele elemento. Assim, há um equilíbrio.

     Porém, vamos supor que a pessoa comece a ingerir uma quantidade maior de elementos, digamos, uma quantidade tal que vá para a corrente sanguínea 20 elementos para cada célula. Assim, toda vez que aquela célula for processar esses elementos, todos os seus 10 receptores serão utilizados e estarão sempre ocupados. Diante de tal situação, como há uma abundância de elementos, quando esta célula hipotética terminar seu tempo de vida, e for substituída por outra célula nova que deverá tomar seu lugar, esta nova célula será criada já devidamente adaptada à nova realidade do sistema orgânico.

     Talvez, a nova célula seja criada com 12, ou 13 ou 15 receptores, para dar conta de processar todo o elemento que está presente ali. E assim de geração a geração, as células poderão ser criadas com 17 receptores, ou 20 ou 25, dependendo da quantidade de elementos “nutritivos” presente e que devem ser processados.

     Desta forma, ao longo dos anos, nosso corpo vai se adaptando, célula a célula, a viver e conviver com uma determinada realidade fisiológica, sempre se adequando ao estado das coisas.

     Agora, o que acontece, quando uma célula projetada para processar 20 elementos, recebe apenas 10 ou 5 ? Ela sente falta daquele elemento, é claro, pois ela desenvolveu internamente toda uma série de processos químicos para metabolizar aqueles elementos. Isto é, a nível celular, a dependência química. O resultado disso, juntando as reações e necessidades de bilhões de células que formam nosso corpo, são aqueles sintomas que citei acima (desconforto, dores de cabeça ou dores nos músculos, fadiga generalizada, e talvez alguma irritabilidade, falta de paciência e sono alterado).

     Assim, nós temos hoje um corpo físico biológico que tem sido adaptado, durante 20, 30, 50 anos, para funcionar de uma determinada maneira. Quando fazemos jejum, por algum tempo, forçamos nossas células a funcionar de outra maneira deferente, uma outra maneira com a qual essas células não estão habituadas, nem geneticamente adaptadas. É por isso que as pessoas passam mal quando não comem.

     O importante a se perceber aqui é que, da mesma forma que os nossos corpos podem ser treinados e moldados para funcionar com base num metabolismo com hiper concentração de nutrientes, ele também pode perfeitamente ser “programado” para funcionar de outra forma, com uma quantidade de nutrientes muito, muito menor. Porém, isso não acontece da noite para o dia. Adaptar as células de nosso corpo a um metabolismo diferente pode levar meses, ou anos. A cada geração de células, as novas células são criadas já adaptadas à nova realidade fisiológica do corpo. Assim, se você insistir em manter uma dieta regular e continuada, lentamente, cada célula do seu corpo vai se adaptando para funcionar de acordo com esta dieta. E a cada nova geração de células, cada uma dessas células estará mais perfeitamente adaptada.

     Quanto tempo demora esta adaptação ? Depende muito dos tipos diferentes de células do corpo. Cada tipo de célula tem um determinado tempo de vida. Algumas células são substituídas em questão de horas, como as células que formam as paredes internas do estômago. Já outras, demoram anos para ser substituídas, como são as células dos ossos. De uma forma geral, em cerca de 21 anos todas as células do corpo são substituídas. Assim, aos 21 anos de idade, o seu corpo não terá nenhuma célula que fazia parte dele quando você nasceu. E aos 42 anos de idade todas as células que formam o seu corpo são células que não existiam quando você tinha 21 anos.

     Ao longo do tempo o corpo vai se adaptando, lentamente e progressivamente, ao estilo de vida, e ao regime alimentar que você adota. Enquanto suas células não estiverem devidamente adaptadas, e você fizer jejum, ou alguma redução de ingestão de nutrientes, o corpo deverá sentir algum estresse, pelas mudanças que isso levará a nível de metabolismo celular. Daí vem o cansaço, uma eventual dor muscular, etc. Esse processo é normal e esperado. Para que o corpo se adapte de forma equilibrada é preciso que se dose a mudança de forma moderada. O corpo suporta bem uma certa quantidade de estresse, mesmo que seja de forma continuada, desde que não seja um estresse excessivo.

     Então, para fazer uma mudança metabólica e celular você pode adotar o sistema mais drástico, que é o processo dos 21 dias, em que quase tudo é feito de uma vez só, e o impacto, obviamente, é muito forte, ou você pode ir adaptando lentamente, mês a mês, ano a ano, permitindo que o corpo vá se adequando passo a passo, sem grandes choques.

     Por minha experimentação própria tenho observado que uma característica típica de quem muda seu metabolismo para o regime respiratoriano, ou “viver de luz”, tende a se tornar uma pessoa bastante magra. Porém, com a passagem dos anos, a medida que o corpo vai se adaptando a esta nova realidade, célula a célula, progressivamente a aparência e fisionomia vão voltando ao normal, porque o corpo aprende a desenvolver o mesmo desempenho que tinha antes, mas com uma quantidade muito menor de nutrientes. Quanto tempo demora este processo? No meu caso demorou cerca de 5 anos.

     Hoje, posso dizer que meu corpo está tão bem adaptado ao regime do “viver de luz”, que posso ficar tranquilamente sem ingerir regularmente alimentos sólidos e meu corpo aceita isso muito bem. Aliás, meu corpo está tão bem adaptado a isso, que há cerca de um ano tenho tido um problema inusitado: a intolerância sistemática de tudo que é ingerido na forma sólida. Parece que, a medida que os anos passam, meu corpo se altera de tal modo, que não aceita mais ingestão de alimentos sólidos, mesmo em pequenas quantidades. Quando ingiro algo sólido ele reage desenvolvendo espinhas no rosto. Mesmo a ingestão de frutas e verduras cruas, as vezes, leva a este sintoma. Isso acontece de forma muito mais intensa quando ingiro alguma coisa como chocolate, pão ou biscoitos, leite, ou qualquer coisa que tenha alta concentração de nutrientes, como amendoins e amêndoas.

     Aparentemente, no ritmo que a coisa vai, no futuro meu corpo não suportará nada que seja diferente de sucos de frutas, água, e chás. Talvez até mesmo os sucos de frutas passem a ser rejeitados por meu metabolismo. Talvez seja necessário seguir a dieta da santa inglesa que, conta-se, alimentava-se com apenas um copo de água por dia. Segundo conta-se, o Steve, esposo da Evelyn Torrence, passou uns seis meses vivendo exclusivamente de prana, ou seja, ele não ingeria nem mesmo água. Depois resolveu passar para a ingestão de sucos de frutas. Segundo ele, conforme relata a Evelyn, porque adotando-se uma dieta desse nível (somente prana) fica bastante difícil manter-se conectado com as coisas do plano físico. Este pode ser um regime ideal para quem pretende passar a vida em meditação constante e/ou explorando os outros planos da realidade, mas não é muito adequado para quem pretenda ter uma vida mais normal dentro de uma sociedade humana como a nossa, que é cada vez mais concentrada em “cidades formigueiros”.


FIM

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Re: Jejum e as Alterações Celulares Associadas

Mensagempor conhecimentosp » quinta jan 12, 2012 4:54 pm

Estou trabalhando nesta reprogramação e visando justamente dar tempo ao tempo celular, que percebi sabe realmente como se reprogramar. mas claro, a mente é um componente fundamental da execução desta reprogramação. Pois se a mente não estiver preparada para entender o processo de descontaminação e reprogramação não tem jeito mesmo. E assim percebo ja a cerca de um ano e meio nesta reprogramação resultados fantasticos. Não só na questão na redução na ingestão de alimentos, mas na capacidade de assimilar fontes de energias alternativas que estão ao nosso dispor sem nenhum custo. Luz do sol, ar, água, terra e assim basta acessá-las e fazer a troca e os resultados estão sendo fantasticos. E hoje percebo que tudo isto é pscicossomático. Onde a mente contribui e muito nestas mudanças. Que na verdade será apenas voltar ao estado orginal de fábrica antes de ter sido todo contaminado pela idéia que precisamos comer, comer e comer. Valeu fantastico. Em breve chegarei lá também.
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Re: Jejum e as Alterações Celulares Associadas

Mensagempor Jacarishe » sábado jan 14, 2012 1:30 am

Bom Dia conhecimentosp,

Pelo que você disse, parece-me que você está se reprogramando através da diminuição das quantidades de alimentos e não pela troca do tipo de alimentação, como ser vegetariano, depois vegano, depois frutariano, etc. Estou certo ?

Posso perguntar qual é o seu tipo de alimentação atual ? (vegetais, frutas, leite, ovos, castanhas, peixe, galinha, etc)

Você faz algum tipo de jejum de vem em quando para limpar o organismo ?


conhecimentosp Escreveu:Estou trabalhando nesta reprogramação e visando justamente dar tempo ao tempo celular, que percebi sabe realmente como se reprogramar. mas claro, a mente é um componente fundamental da execução desta reprogramação. Pois se a mente não estiver preparada para entender o processo de descontaminação e reprogramação não tem jeito mesmo. E assim percebo ja a cerca de um ano e meio nesta reprogramação resultados fantasticos. Não só na questão na redução na ingestão de alimentos, mas na capacidade de assimilar fontes de energias alternativas que estão ao nosso dispor sem nenhum custo. Luz do sol, ar, água, terra e assim basta acessá-las e fazer a troca e os resultados estão sendo fantasticos. E hoje percebo que tudo isto é pscicossomático. Onde a mente contribui e muito nestas mudanças. Que na verdade será apenas voltar ao estado orginal de fábrica antes de ter sido todo contaminado pela idéia que precisamos comer, comer e comer. Valeu fantastico. Em breve chegarei lá também.
A mente que se abre a uma nova idéia jamais voltará ao seu tamanho original. (Albert Einstein)
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Re: Jejum e as Alterações Celulares Associadas

Mensagempor conhecimentosp » segunda jan 16, 2012 11:21 am

Olá!!
Jacarishe.

Não estou apenas reduzindo a alimentação.
Estou mudando o estilo de alimentação e associando a busca de PRANA.
Quando vi o video da Evelin por volta do ano de 2000, fiquei bravo comingo mesmo por sentir algo em mim me dizendo que eu não precisava comer alimentos e não entendia como poderia ser disso. Então quando a vi falando do assunto caiu a ficha para mim, porém já viciado em todos os sentidos alimentares. Então parei e pensei comigo, preciso retrabalhar tudo isto dentro de mim e vi a luz no final do tunel. E o quanto estava sendo um avestruz.
Tirada a cabeça do buraco, mãos a obra. Meu primeiro desafio foi tirar o habito de me alimentar de carne. Para mim foi o mais complexo, ja que tudo ao meu redor girava em torno deste hábito, familia, amizades além do comércio em geral. Tudo baseado neste maldito alimento. Então fui reduzindo e tirando, tirei a carne vermelha, o peixe, o frango e então resolvi me tornar OVOLACTO-VEGETARIANO, esta brincadeira levou cerca de 8 anos, então já resolvido este probleminha comecei a pesquizar mais a fundo sobre o PRANA e assim surgiu o OBEROM que veio de maneira ditática e prática falar sobre o assunto de uma maneira que aborda-se também o contexto energético sobre os chakras e o que fazia para equilibra-los. Assim foi uma mão na roda, como já vinha procurando ser VEGETARIANO então comecei a praticar a respiração profunda e meditação, paralelo a isso cortei o ovo e leite, açucar e sal. Então cada vez mais ia limpando o organismo sem stress, e no meio do caminho ainda surgiu o HIRA MANEK com o SUNGAZING que achei fantastico e comecei a aplicar também, assim tomei uma atitude diferenciada. Programei minha mente para que o dia seja de 48 horas, assim enganei meu cerebro que pedia comida 4 vezes por dia. Agora tendo um dia de 48 horas na verdade me alimento duas vezes no dia de 24 horas. Assim nestes interva-los fui colocando a meditação, respiração e o sangazing. E continuando a mudança do cardápio alimentar sempre gostei de alguas guloseimas, pudim, bolos, chocolate. Uma vez ou outra ainda me via comendo estes. Mas sempre mantendo o padrão Vegetariano estilo VEGANO. Agora mais recentemente passei ao contexto de FRUGIVERO.
Assim hoje estou basicamente me alimentando de FOLHAS (Couve e Rucula), FRUTAS (Banana, pera, maçã, mamão papaya, quiui, mexirica, laranja, abacate) Frutas secas (Castanha do Pará, Nozes, Damasco, uvas secas e ameixa secas) um pouco de Aveia e de GRANOLA. Assim estou seguindo este padrão e me praparando para entra no Liquido. Assim meu café da manhâ é um suco de laranja, com banana, não tenho almoço, respiro e medito neste horário, e pela manhã ou a tarde quando o sol aparece pratico sangazing, fantastico pois realmente alimenta o corpo e ajuda a combater aquela vontade organica. No jantar entrada (Couve e rucula cruas com um pouco de oleo de azeite depois algumas frutas separadas para sentir o paladar de cada uma - Maçâ, Pera, Banana, Quiui e depois faço um picadinho com o mamão papaya, aveia, granola, e as frutas secas uva, ameixa e damasco. Depois sabereio um pouco de nozes e castanha do Pará. E já sinto que estão pesando. E assim estou continuando até que meu organismo vai me dando os sinais e então vou trocando. Assim estou agora me programando para entrar nos liquidos. Hoje comecei tomando apenas o suco de laranja e respirando mais e vamos ver como vai ser o dia e a noite acabando os citados acima que ainda possuo, não vou mais repor. Assim partindo para as frutas. Depois que sentir os efeitos pretendo partir somente para os sucos mas vou deixar esta etapa para Fevereiro. Observando bem os sinais que meu corpo me dão. E portanto não estou de regime e nem de JEJUM. Pois estou fazendo a troca consciente da fonte de alimentação da fisica para a pranica. Sendo a mais prudente que vi até hoje e de todos os casos que acompanhei. E se for necessário farei o programa dos 21 dias. Mas já sem nenhum trauma em ter que eixar um monte de opções para tras, pois meu corpo esta fazendo o caminho inverso de quando comecei a me alimentar.

Então esta é minha programção. E se reparar num dia de 48 horas me alimentando comno estou fazendo estarei fazendo um dia de jejum sem perceber. Ja que os alimentamos 4 vezes por dia e como meu dia passou a ter 48 horas e mantendo as mesmas 4 alimentações em uma ano jejuei 6 meses.


Bom Dia conhecimentosp,

Pelo que você disse, parece-me que você está se reprogramando através da diminuição das quantidades de alimentos e não pela troca do tipo de alimentação, como ser vegetariano, depois vegano, depois frutariano, etc. Estou certo ?

Posso perguntar qual é o seu tipo de alimentação atual ? (vegetais, frutas, leite, ovos, castanhas, peixe, galinha, etc)

Você faz algum tipo de jejum de vem em quando para limpar o organismo ?
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