NUTRIÇÃO CÓSMICA E A FONTE DA JUVENTUDE

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NUTRIÇÃO CÓSMICA E A FONTE DA JUVENTUDE

Mensagempor rickadm » sábado ago 04, 2012 5:00 pm


Este tópico apresenta uma parte do livro (capítulo 8): "A ALQUIMIA DE UM PLANETA" de Ricardo Luiz de Oliveira
Abaixo estão informações relativas ao livro e mais abaixo está uma parte do livro relativa ao viver de luz (respiratorianismo, inédia)

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A Alquima de um Planeta
Autor: Ricardo Luiz de Oliveira
Páginas: 208
Ano: 2007





Índice do Livro "A Alquimia de um Planeta"

Introdução
I - A Transmutação Cósmica
II - Uma Carta de 2000 Anos
III - Cristo e a Abertura Quântica
IV - A Cascata Eletrônica
V - Interagindo com a Galáxia
VI - Meditação
VII - Interagindo com a Mãe Terra
VIII -
Nutrição Solar e a Fonte da Juventude
IX - Quebrando Padrões Mentais
X - O Eterno Agora
XI - Interação com a Consciência Crística
XII - Sublimação - Transcendência - Unicidade
Notas

Que esta leitura possa ajudá-los, inspirando-os ao encontro com a Sua Verdadeira Essência!


Obs: O capítulo VIII (Nutrição Solar e a Fonte da Juventude) é inteiramente sobre respiratorianismo (inédia).


CAPÍTULO VIII
A NUTRIÇÃO CÓSMICA E A FONTE DA JUVENTUDE

       No início da década de noventa foi resgatado um conhecimento que permaneceu oculto por aproximadamente doze mil anos! Durante os últimos séculos apenas alguns Grandes Iogues e os seres Auto-realizados sabiam da extraordinária capacidade que o corpo humano tem de se regenerar indefinidamente e que uma interessante forma de nutrição logo poderia estar ao alcance da maioria dos seres humanos.

       Os cientistas já observaram que cem por cento do sangue humano se renova a cada dez dias e que as células de todo o corpo são completamente substituídas por novas células ao final de dois anos; porém, ainda que diante a tal fantástica constatação, não conseguem explicar a causa do envelhecimento com o passar dos anos. Em função do rígido critério de análise e comprovação utilizado pela ciência e ao preconceito científico de que os conhecimentos do passado humano são menores que os atuais, antigos e profundos ensinamentos ficaram perdidos para a humanidade contemporânea. Para resgatarmos tal sabedoria milenar torna-se necessária uma maior abertura da mente por parte de todos os seres humanos e principalmente dos ocidentais, a começar por admitir que já existissem na Terra civilizações de muito maior avanço espiritual e tecnológico do que a atual. As próprias teorias científicas, porque tidas como matematicamente provadas e incontestáveis, impedem o avanço em áreas correlacionadas. Como exemplo, vale citar que todos aprendem nas escolas que as estrelas são apenas esferas incandescentes que nos mantêm aquecidos e que por força gravitacional os planetas encontram-se em órbita ao seu redor... Os cientistas acreditam inclusive conhecer a temperatura no centro do sol, “porque tal constatação é matemática e infalível”, mas não consideram que neste caso as fórmulas partem sempre de referenciais teóricos, uma vez que ninguém esteve lá para medi-la “in loco” e, portanto, plausíveis de falhas iniciais, o que comprometeria todo o subseqüente processo lógico da matemática aplicada.

       Existe tanto mais a ser descoberto sobre as estrelas e sua principal função cósmica, mas a estreita consciência de que ainda dispomos não nos permite ir além daquelas famosas e limitantes questões científicas consideradas “incontestáveis”. Já é um pequeno passo o reconhecimento de que a pele é dotada da maravilhosa capacidade de absorver a energia ultravioleta do Sol e convertê-la em vitamina D. Estima-se que cerca de 80% a 100% da quantidade desta vitamina, absolutamente necessária à perfeita saúde dos indivíduos, vem de sua exposição ocasional ao Sol! Somos um fantástico laboratório de transmutação “bio-cósmica”, porém atuando atualmente com apenas uma pequena porcentagem de sua capacidade, se assim a podemos definir, o que nos permite lançar a teoria de que todas as demais vitaminas e necessidades orgânicas humanas igualmente poderiam ser supridas por nossa estrela particular, esta grande “fonte de energia” mais próxima da Terra, também conhecida como Hélios.

       A clorofila existente no reino vegetal tem a capacidade de realizar a fotossíntese, mas a compreensão deste processo ainda não é total por ter funções ainda desconhecidas, assim como aprisionar a energia prânica com que a atmosfera é constantemente carregada através de sua interação com os raios solares; em suma, não haveria possibilidade de vida na Terra não fosse o Sol um poderoso retransmissor de Energia Cósmica, uma inesgotável fonte de sustentação a todas as formas de vida aqui encontradas. Dentro de poucas décadas haveremos de conhecer muito mais a respeito do ser humano enquanto entidade multidimensional, uma vez que até o momento a medicina tem uma visão apenas parcial e tridimensionalista sobre ele... A ciência materialista reduziu o ser humano a um amontoado de células bem organizadas que formam ossos, nervos, músculos, cérebro, neurônios e um engenhoso organismo que por acaso funciona com esperada perfeição. Desconhecemos as demais dimensões de que somos compostos e por isto tanta dificuldade em se aceitar ou buscar provar a existência do “prana”, esta energia cujo conhecimento foi herdado pela Índia de uma civilização anterior mais avançada, a Atlântida.

       Se já podemos admitir que os raios solares abastecem-nos de “vitamina D”, porque não poderiam nos suprir com muitas outras ou quiçá exista uma forma especial de nutrição, além desta usual, esperando para ser posta em ação a partir da sublimação da espécie? Se apenas como possibilidade assim o pudéssemos admitir, já nos colocaríamos mais livres para compreender que os vegetais possuem raízes e retiram sim nutrientes do solo, mas que suas folhas recebem e aprisionam a “energia cósmica solar” que depois é ingerida pelos animais e igualmente pelos seres humanos. Seriam então nossos corpos previamente projetados para funcionar em um sistema de “bi-combustível?” Ao contrário de nossos companheiros “irracionais”, as plantas e os animais, não possuímos raízes e tampouco a coluna vertebral na posição horizontal, o que nos torna completamente diferentes de ambos... Ao longo de nossa espinha dorsal estão dispostos cinco centros de energia, sendo que mais dois estão localizados na cabeça e cada um dos sete interagindo com uma glândula endócrina específica; estas são abastecidas pela energia prânica que estes centros energéticos redistribuem, uma vez que constantemente alimentados por ela a partir do ar energizado que recebemos através dos pulmões e da pele. Atribuindo o poder de nutrição exclusivamente aos alimentos encontrados na natureza, nos descuidamos da forma correta de respiração que anteriormente nos mantinha absolutamente saudáveis, isentos de quaisquer formas de doenças e com muito maior vigor e longevidade. Se considerarmos ser a energia solar retirada dos vegetais através da alimentação usual, menos concentrada que se a retirássemos diretamente do ar e que na carne animal ela se encontra ainda mais escassa, compreenderemos porque os vegetarianos são comprovadamente mais resistentes que os carnívoros e quais as vantagens energéticas em se alimentar “diretamente da fonte!”

       Está aberta ao ser humano esta nova forma de nutrição, porque a aceleração eletrônica do planeta e dos próprios corpos humanos está sendo aumentada e isto promove uma sutilização compatível ao nível vibratório da própria energia solar. Então, a capacidade de nos alimentarmos apenas por meio da respiração é mais avançada na escala evolutiva do ser do que a tradicional alimentação via oral, ainda que isto nos possa parecer fantástico e bem menos atrativo do que saborear um prato esmeradamente preparado à base de deliciosos condimentos... Este novo modo de vida sem alimentos foi atingido por santos de várias religiões e Iluminados como São Francisco de Assis, São Nicolau de Flue, o Conde de Saint Germain, entre muitos outros, e isto acontece porque quando um ser humano aumenta a irradiação de Amor em si, sua atividade eletrônica é intensificada e o prana passa a ser absorvido e assimilado em maior quantidade em função desta recente compatibilidade vibratória. A serenidade alcançada por estes seres também torna a respiração mais pausada, profunda e rítmica, o que igualmente facilita a absorção prânica pelos pulmões; este é o caso da estigmatizada católica Teresa Newman, da pequena Bavária, que no inicio do século vinte se alimentava somente de uma pequena hóstia por dia. As religiões em geral explicam a estes fenômenos como milagres ou “mistérios de Deus”, ou melhor, não explicam! Mas agora, com a aceleração vibratória de toda a matéria planetária, já não será necessário tornar-se santo ou completamente puro para isto; basta somente a fé nesta possibilidade, disposição para tal e a consciência absoluta de que tudo já se encontra caminhando em maior sintonia com a Luz, a começar por nossos corpos! Aqueles que optaram por esta forma de nutrição, completamente isenta de toxinas, afirmam que o viver passa a ser muito mais prazeroso, suave e que a disposição física aumenta consideravelmente, acompanhando uma lucidez e alegria nunca antes experimentadas.

       Os iogues reconhecem os pulmões como os órgãos mais vitais do corpo, porque é por onde a “energia da vida” entra e torna possível o funcionamento de todos os demais órgãos, glândulas endócrinas e mesmo a atividade elétrica do cérebro; a atmosfera abunda esta forma de energia e de maneira inesgotável, porque banhada e recarregada constantemente pelos raios solares.

       Com base ainda na clorofila, a qual se encontra presente nas folhas de todos os vegetais, mesmo a ciência concorda que, sem ela, não seria possível a vida orgânica no planeta... Em tese o prana é captado pelos animais ao comerem as plantas, assim como também pelos seres humanos; em uma segunda etapa ela também é transmitida através da carne quando comida pelos carnívoros, porém, assim como vimos, chegando a estes com um percentual bem mais reduzido de energia do que quando ingerida diretamente das folhas. Basta observarmos como atuam os leões e outros felinos, de maneira mais explosiva e rápida quando atacando outros animais, mas não conseguem correr por longos espaços ou períodos de tempo, assim como o cavalo, o camelo e outros animais vegetarianos o fazem com a maior facilidade. A ciência ainda vai protestar por algum tempo a fim de manter a velha explicação de que as vitaminas, proteínas e sais minerais são as únicas responsáveis pela manutenção da saúde física... Que obviamente tudo isto só poderia advir dos alimentos ou da indústria farmacêutica e “jamais de um raio solar”. Nossos médicos e cientistas ainda desconhecem que, em realidade, somos potentes “laboratórios de transmutação ambulantes”, capacitados a extrair da luz solar tudo o que seja necessário à perfeita saúde; de que durante as anteriores “Idades de Ouro” a vibração eletrônica aumentou da mesma maneira como agora acontece e a tal ponto, que os seres que dela participaram, em certo momento também passaram a se “alimentar de luz”.

       O primeiro e mais interessante livro sobre alimentação cósmica é o “Viver de Luz”, da australiana Jasmuheen, tendo sido ela o canal utilizado pela Grande Fraternidade Branca para revelar à humanidade esta iminente possibilidade. O processo de adaptação sugerido naquele livro consiste em um período de 21 dias, sendo que durante os primeiros sete dias não podem ser ingeridos quaisquer alimentos e nem mesmo água; este, um forte e eficiente processo de desintoxicação e realinhamento de energias, cujo nível de dificuldade encontrada depende da qualidade do preparo anterior realizado. A segunda semana é dedicada inteiramente à cura, cuja participação dos Anjos e Seres de Luz é perfeitamente sentida por quem tem a visão interior aberta para tal alcance, ainda que isto não seja necessário para que se logre o tipo de resultado esperado. Na terceira semana é realizada a Integração do ser externo às vibrações mais sutis do “Eu Sou Presença”, a qual preenche com sua “Luz” todas as células do corpo já purificado, assim elevando sua vibração eletrônica.

       A seguir, este autor transcreve sua experiência com o referido “processo dos vinte e um dias”, com a finalidade única de ajudar aos leitores que se interessem em experimentar esta inusitada forma de nutrição, o que certamente facilitará a compreensão de suas vantagens e as prováveis dificuldades a serem enfrentadas durante o processo em questão. Como este depoimento foi dirigido às Comunidades da Internet direcionadas ao tema “Viver de Luz”, imagino que seja mais interessante transcrevê-lo sem muitas alterações... Justamente para que as emoções e dificuldades experimentadas em seu transcurso, assim como os insights e resoluções apresentadas possam ser captados pelo leitor da forma mais direta e completa possível, o que de forma natural esclarecerá a muitas dúvidas, as quais naturalmente se formam por se tratar de um tema novo, surpreendente e, de fato, polêmico! Acrescento que, atualmente, a transição para esta espécie de nutrição já esteja sendo orientada de forma mais suave e sem que haja necessidade do radicalismo experimentado durante o processo dos vinte e um dias... Sobre esta questão, contaremos com algumas informações adicionais logo ao final deste capítulo.

Considerações iniciais:

       Acredito que a primeira pergunta a ser feita por qualquer pessoa considerada normal, ou que pelo menos tenha se alimentado diariamente e por toda a sua vida de substâncias sólidas e líquidas, seria: “O que te levou a optar por algo tão radical, a ponto de renegar o prazer de comer?” Penso que para responder satisfatoriamente a esta pergunta, antes deveríamos considerar o significado da Vida para cada um dos seres humanos, o que imagino ser uma questão ultra-relativa. Quanto aos meus aproximados seis bilhões de semelhantes espalhados por todo o globo, nada posso dizer sobre seus anseios pessoais, a não ser: “Façam o que e como fizerem, porém sem causar prejuízo à natureza ou a algum de seus semelhantes, estarão simplesmente exercitando de forma consciente o seu direito ao livre-arbítrio”. Mas posso perfeitamente considerar minhas próprias experiências e, a partir daí, analisar minha maneira de pensar e o que espero desta oportunidade cósmica que é o “viver”. Existem tantas teorias a serem consideradas na área da investigação filosófica, mas prefiro acreditar na intuição de que o ser humano é um fenômeno ímpar, realmente singular e que jamais deveria tornar-se objeto de comparação, senão um simples referencial. A opção de “viver de luz” pode abrir-se como um leque imenso de possibilidades, assim como o desejo de ser mais magro, promessas de não mais adoecer, curiosidade, ser diferente, chamar a atenção, fascinação ante a possibilidade de imortalidade física, juventude eterna e etc. Porém, haveremos de concordar que, através de todos os tempos, uma suposta minoria da humanidade sempre se interessou por fenômenos que para a parte maciça do gênero humano não passam de perda de tempo ou excentricidades. E a coisa começa por aí mesmo: As pessoas “diferentes” sempre incomodaram, a começar por Jesus Cristo... Porém, quando os comentários cessam e, à noite, todos recostam suas cabeças nos travesseiros, percebem uma questão pairando no ar: “E se eles estiverem certos?” O ego humano tem uma dificuldade muito grande para admitir seus próprios erros, sente medo do desconhecido, resistência à mudança de padrões e assim, invariavelmente se acomoda ao escapismo do “está bom assim, para que mais?” São tantas formas de empurrar a consciência para longe da Realidade Universal que, por fim, são desperdiçadas preciosas oportunidades de “real libertação”.

       O baixo nível de concentração e criatividade encontrados na maioria dos seres humanos mantém seus pensamentos voando e sempre retornando, assim como mariposas hipnotizadas pela luz dos postes e isto explica porque individual ou coletivamente sempre fomos tão manipuláveis, seja pelas religiões, pelo marketing televisivo ou por políticos corruptos! E é justamente por este motivo que a humanidade não tem mudado em praticamente nada, desde há milhares de anos, principalmente no que se refere ao autoconhecimento e ao desenvolvimento de suas “Qualidades Superiores”. Um incrível potencial de felicidade jaz comprimido em uma cova, sepultado dentro de cada coração e aí mantido em função de medos que normalmente se disfarçam em diversas formas do preconceito. Em um tempo não muito distante a maioria dos seres humanos perceberá o quão “essencialmente centrífugos” todos são e não somente os artistas, músicos e inventores... Que tudo o que tem sido buscado “do lado de fora”, através de centenas de existências, não passaram de sonhos, porque a Verdade é Irradiante, assim como a própria “Luz” e pede continuamente por expressão, bem lá do fundo de cada coração!

Faz parte do texto do livro o processo dos 21 dias pelo qual o autor passou.
Para ler o diário, clicar neste link:



Mais dois excelentes tópicos escritos pelo autor do livro:





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