Olá colegas!
Compreendo a questão do tempo.
Eu estou realmente curiosa para entender o que acontece depois do processo pois ele me parece tão "empoderador". Mas, como disse Espírito_eterno, aparentemente a dependência é mais forte do que isto. No livro que estou lendo agora, os 12 passos para o crudivorismo, a autora pesquisou muito e afirma que há várias substâncias opióides, realmente adictivas no que se come normalmente por aí, como no leite, no pão e na maioria dos outros.
A pergunta que fica pra mim é: se uma pessoa tem determinação suficiente pra suportar estes 21 dias que não são nada fáceis, começa a sentir os benefícios que já comentamos no outro tópico, não teria a determinação suficiente para resistir às tentações e a esta dependência para dar tempo para o organismo se acostumar num outro patamar? Talvez o estresse que ela viva no processo seja muito maior do que os benefícios que ela sente durante e logo após. Aí, a balança ficaria desequilibrada e a tendência seria dela recorrer "a zona de conforto" de novo, ao velho conhecido.
Neste sentido, eu tenho uma sorte enorme de ter tido sempre uma relação muito frágil com comer, o que sempre me pareceu algo que mais me atrapalhava a vida. Gosto de vários sabores mas poucos são os que posso sentir saudade. Por isto, foi tão fácil eu mudar para o crudivorismo da noite pro dia. Portanto, olhando de fora e antes do processo todo acontecer, os benefícios me parecem tão maiores... Mas isto sou eu, não posso imaginar como é ser tão apegado ao comer...
Isto quer dizer que é bom conversarmos, trocarmos impressões e observarmos bem de perto cada uma das nossas reações, emoções durante toda esta transição, para aprendermos e ajudarmos outros que virão.

pra vocês!!